O Pintor perto de casa

Boa noite, esse conto que irei descrever agora se passou a uns 2 anos atrás.
Eu estava em casa a tarde atoa com minha mãe em casa, eu na net a procura de alguém pra tirar meu tesão, mas não achei nada de interessante. Cansei de ficar em casa e fui caminhar no bairro.
Caminhando pela ultima rua do meu bairro vejo uma casa em reforma com um pintor la dentro, e estava sendo reformada para venda, na hora que vi o pintor saindo me deu uma vontade de pegar aquele homem ali mesmo.
Eu como não quer nada, fui chegando até a casa e puxando assunto com ele, se ele conhecia o dono e quanto o cara queria na casa, pois disse que meu pai estava interessado, ele entrou e fiquei conversando mas um pouco com ele, mas não rolou nada ele disse que iria ver com o dono quanto estava pedindo na casa e mandou eu passar lá no outro dia pra ver com ele, eles dava umas pegadas na mala que me deixava louco de vontade, e acho que ele reparou.
Fui pra casa pensando naquele macho gostoso, fui pro banho e bati uma pensando nele, e que não poderia perder a oportunidade de ficar com aquele homem no outro dia.
Chegado o outro dia, depois do almoço fui lá novamente com a desculpa de saber se ele tinha conversado com o dono sobre o valor da casa, ele estava de camisa branca, com metade dela desabotoada e uma bermuda jeans marcada de tinta, tinha o peito peludo e ao mesmo tempo aparado, era perfeito, cabelos lisos pretos e olhos verdes escuros, era tudo de bom.
Fui puxando assunto com ele, se ele gostava daquele serviço? Se era casado? era divorciado, ai já me animei mais ainda, falei a ele: Nossa não tem coisa melhor né, sai a hora que quer, com quem quiser, e você deve pegar todas né pois tem presença...
Ele disse:Que nada as mina não quer saber de um cara pobre que nem eu não.
Falei: Tontas elas, duvido que você não deve ter uma peguete.
Ele: Que nada só nos 5 contra 1.
Falei: Nossa ai é foda, não tem coisa melhor que um bom sexo e gozar gostoso.
Ele: Pois é mas minha ex reclamava de mais, não dava conta, reclamava que doia nunca deixou comer o rabo dela, e não dava conta de engolir tudo.
Eu: Nossa você deve ser um cavalo na cama.
Ele: Também ela não aguentava os 22 cm e grosso, só ficava na cabecinha, ai não da né.
Eu: Ixi ela era fraquinha hein.
Ele: Era sim, e você da conta?
Eu fiquei surpreso com a indireta, e nisso ele deu uma pegada na vara que já estava em ponto de bala. Eu não perdi tempo e disse:
Opa pra mim não tem tempo ruim, faço tudo sem neura.
Ele: é bom saber, olha só como esse assunto me deixou aqui.
E abriu o ziper da bermuda e colocou aquela pica pra fora.
Falei: Esta com tesão hein...
Ele: Vem mostrar então do que você é capaz.
Não aguentei e cai de joelho na frente dele. Agarrei aquela pica apertava, a cabeça inchava pedindo por uma boquinha, que rola linda ele tinha, todo aparadinho. Fui passando a lingua naquela cabeça gostosa, colando na boca de vagar, dei uma sugada pra sentir o gosto daquele macho, e fui descendo tentando engolir aquela pica toda, até que abri bem a boca e mostrei pra ele de que era capaz de engolir tudo, na hora que cheguei em baixo ele gemeu de tesão e falava que delicia seu puto, nimguem nunca conseguiu, e forçava minha cabeça contra seu pau entalado na minha garganta, e subia e descia até o fim fazendo ele suar de tesão, chupava as bolas dele.
Até que ele pediu pra ver minha bunda. Fui levantando passando a mão naquele corpo sarado de trabalho e abrindo sua camisa, me virei para ele e mais que rápido ele desceu minha bermuda.
E falou: Nossa que delicia de bunda, lisinha branquinha, e passava a mão até que chegou com seu dedo no meu rabinho, e falava:
Que cuzinho gostoso apertadinho, quero fuder ele.
Perguntei se tinha camisinha e ele disse que não, então disse que teria que ficar pra uma próxima e ele concordou e mandou a voltar chupar sua pica. Obedeci prontamente e voltei mamar aquela vara deliciosa, fazendo ele se contorcer de tesão, fiquei ali mas uns 20 minutos até que ele anunciou que iria gozar.
Acelerei na chupada sentindo aquele pau inchar dentro da minha boca, e sentindo vários jatos de porra grossa e quente enchendo minha boca, que tesão, e batia junto e gozei muito com aquele pau na boca sugando até a ultima gota, sentindo aquele pau amolecer.
Ele encostou mole na parede e falava:
-Que delicia meu, você chupa muito nunca nimguem consegui fazer o que você fez, passa ai amanhã de novo que vou trazer camisinha, quero fuder seu rabinho, fazer você gemer nessa pica aqui. E chaqualava o pau.
Falei: Pode deixar que venho sim.
Ele: Vou ficar esperando, agora deixa eu voltar pro meu serviço se não atrasa tudo aqui e daqui a pouco o dono passa ai pra ver a obra.
Falei : OK, amanhã passo ai no mesmo horário.
Ele: Blz, vou esperar ansioso.
Fui embora pensando no outro dia se iria aguentar aquele homem todo dentro de mim...
No dia seguinte após o almoço, subo novamente até a casa onde o pintor gostoso estava trabalhando, ao chegar la vejo ele sentado mexendo no celular, quando me vê já abre o sorrisão e fala:
-Sabia que você não ia aguentar e viria, ficou com saudade foi?
Disse:
-Opa não via a hora.
Ele:
-Chegou bem na hora pois olha só como já estou aqui, achei que você não viesse e estava vendo uns videos. Deu a segurada na pica que já estava duro.
Falei:
-Seu tarado ia gozar sem mim é?
Ele:
-Se você não viesse iria bater uma, mas já que veio melhor ainda, trouxe a camisinha pra mim sentir esse cuzinho na minha vara?
Disse:
-O que você acha? Claro...
Ele:
-Então vem aqui da aquele trato que só você sabe, porque depois quem vai te dar um trato sou eu.
Eu:
-Então põe pra fora ai, que você mata a saudade.
Mas do que rapido ele desabotoou a bermuda abriu o ziper e coloco aquela pica duraça pra fora, cai de joelho na frente dele e comecei a chupar como se fosse um picolé de carne a espera do recheio.
Chupei ele por uns 15 minutos, ele se levanta e começa a apertar minha bunda, abre minha calça põe a mão dentro de minha cueca e desce ela até o chão, fica admirando minha bunda por um tempo e pra minha surpresa cai de joelho na minha frente e começa a me chupar, fui ao delírio com aquele homem ali ajoelhado aos meus pés de boca no meu pau, eu estava com o pau estourando de tesão dentro da boca daquele macho, deitamos no chão e começamos um delicioso 69, ele me chupava inteiro e acariciava meu rabinho com seu dedo e depois passou a lingualo.
E disse:
-Agora quero fuder esse rabinho, fica de 4 pra mim vai.
Dei a camisinha na mão dele, ele encapou aquela pica duraça, a camisinha não deu pra encapar o pau todo dele.
Ele se ajoelhou atras de mim e começou a linguar meu rabinho e deixa-lo bem molhadinho para que pudesse aguentar aquela vara toda.
Ele posicionou aquela cabeça na portinha do meu rabo deu uma molhada na pica e começou a forçar a entrando no meu rabinho.
Nossa aquilo me deixava louco era uma mistura de dor com tesão, ele foi encaixando de vagar e gemendo a cada centímetro que entrava, depois daquela cabeçona ter me preenchido, o restante já não doia tanto. Senti aquelas bolas batendo com as minhas, isso significava que estava tudo dentro, ele segurava minha cintura para que eu não o expulsasse de dentro, e assim ficou por um tempo para que eu me acostumasse com aquele membro todo dentro de mim, e depois começou a bombar acelerando cada vez mais.
Eu não acreditava que eu estava ali com aquele macho gostoso todo dentro de mim, que homem que delicia como metia aquele puto.
Parecia que era a primeira vez que ele fodia um cuzinho pois estava com muita fome.Senti aquele pau inchar dentro de mim, ele mas do que rápido pôs aquele pau pra fora mandou ficar de joelho e fez eu mamar aquela pica sentindo aquele leite farto e quente dele enchendo minha boca, quase que não deu tempo pois a cabeçona dele já estava inchando jorrando leite. Chupei até não sobrar nenhuma gota, apesar de todo o tesão não gozei fiquei segurando, ele viu que eu não gozei e perguntou:
-Ué não gozou porque?
Disse:
-Porque ainda estou com muito tesão e queria mais.
Ele me beijou foi chupando meu corpo e caiu de boca no meu pau. E olhando pra mim perguntou?
-Você come também?
Disse:
-Opa claro, porque quer dar pra mim? Você já fez isso com outro cara?
Ele respondeu:
-Nunca, mas o tesão que você sentia me despertou a curiosidade.
Disse:
-Demoro, como quer?
Ele:
-Do mesmo jeito que te peguei, mas vai com calma pois nunca fiz isso.
Falei:
-Pode deixar vou com todo carinho do mundo.
Não estava acreditando que eu iria tirar a virgindade daquela bunda maravilhosa e daquele macho viril.
Ele ficou de quatro na minha frente, cai de boca naquele rabo deixando bem molhadinho. Coloquei a camisinha e fui direcionando meu pau para aquele buraquinho virgem e apertadinho, comecei a colocar de vagar para que ele não reclamasse de dor, mas não adiantou ele dizia que estava doendo e pedia para parar, eu obedeci e fiquei parado esperando ele acostumar com minha vara entrando. Depois de acostumar ele disse que poderia continuar, e fui colocando até o fim de vagar, depois de todo dentro dele parei e deixei que ele acostumasse com minha vara no cuzinho dele, ele urrava de tesão e dor ao mesmo tempo e pedia por vara.
Comecei a bombar, nossa que delicia de rabo apertadinho, eu era o primeiro macho a preencher aquela delicia, isso me deixou louco e não aguentei bombei durante uns minutos e gozei no rabo dele, e ele gozou junto comigo se punhetando.
Nossa aquilo caímos um do lado do outro nos beijamos exaustos, e muito satisfeitos.
Nos trocamos pois ele tinha que voltar ao serviço, anotei o numero dele para que pudêssemos combinar em um lugar mas tranquilo e poder gozar mas a vontade.
Depois disso aconteceu outras vezes mais essas ficam pra uma próxima.
Espero que tenham gostado...
T+ 
 
rafarp

De volta pro meu peão

Oi, meu nome é Pablo e irei relatar agora o segundo conto erótico que escrevo para este site. Sou de Natal/RN, tenho 22 anos, sou claro, olhos e cabelos castanhos, corpo razoavelmente bonito. Enfim, não sou bem um príncipe encantado mas também não chego a ser feio. O que aconteceu foi há dois anos, quando estava na minha fazenda no município de Nova Cruz no interior do estado do RN. Sempre costumo ir a fazenda nos fins de semana com minha família, mas dessa vez tive que ir sozinho, pois minha mãe ficou doente e meu pai teve de ficar em casa para cuidar dela. Pois bem.... Peguei o carro e saí na estrada. Após uma hora de viagem quando estava me aproximando da sede da fazenda, pude prestar atenção num jovem que estava a cavalo e tangendo o gado para um dos cercados Era um rapaz de pele morena e dono de um belo corpaço. Fiquei o encarando. Ele apenas me olhou rapidamente e continuou a fazer seu trabalho. Suspirei um pouco e continuei meu percurso. Ao chegar, procurei realizar minhas tarefas o quanto antes, para poder retornar para a capital o mais cedo possível. Determinei as ordens do meu pai aos trabalhadores e fui verificar se estava tudo em ordem pelos pastos da fazenda. Quem me acompanhou foi o Severino, que é o gerente da fazenda. Pegamos nossos cavalos e saímos cavalgando pela estrada. Fomos conversando bastante sobre os problemas da fazenda e foi nessa andança que pude observar de longe aquele carinha que havia visto logo quando estava chegando na fazenda. Perguntei ao Severino de quem se tratava, pois nunca o havia visto antes. Severino me disse que era o Rafael, filho do Aluízio que trabalha lá na fazenda. Ele estava apenas alguns dias trabalhando no lugar do pai que estava doente. Nesse instante me deu um estalo me lembrei de quem se tratava. O Rafael eu conheci quando era bem jovem. Como tínhamos a mesma idade, nós andávamos sempre juntos quando ia pra fazenda. Eles moravam na fazenda, mas depois seus pais se mudaram pra uma comunidade vizinha e por isso perdemos o contato. Foi com o Rafael que tive muitas brincadeiras sacanas quando éramos mais jovens, pois quando íamos sozinhos tomar banho de açude, nós tirávamos um o calção do outro e brincávamos de segurar o pau do outro. Foi com o Rafael que tive oportunidade de ver pela primeira vez um pau de verdade. Passados 8 anos pude ver o quanto Rafael estava um cara bonito. Eu não o reconheci de jeito nenhum. Ele era bem magrinho e agora está bem sarado e com cada lapa de coxas. E a bunda então nem preciso dizer. Fomos nos aproximando do Rafael e notei que ele não havia me reconhecido também. Rafael desceu do cavalo e veio conversar com Severino sobre uns problemas na cerca onde estava preso o gado. Fiquei só a observar. Quando eles terminaram o diálogo perguntei ao Rafael se ele não estava me reconhecendo. Ele sorriu, olhou desconfiado e arriscou perguntar se eu era o Pablo. Eu sorri e confirmei sua resposta. Ele veio todo sorridente e apertou forte minha mão. Então ficamos com aquela conversa mole. - E ai, tudo bem? - Há quanto tempo não é? E assim foi. Depois de um certo tempo disse que não queria atrapalhar seu trabalho e pedi para que ele passasse lá em casa mais tarde para conversarmos melhor. Ele topou e disse que lá pras 7 horas apareceria por lá. Eu disse que tudo bem. Severino perguntou se eu não iria voltar mais pra Natal naquele dia. Eu então arrisquei a desculpa de que era melhor não pegar a estrada a noite para voltar. Iria voltar só no domingo mesmo. Bem, continuei meu percurso com Severino. Enquanto ele falava pelos cotovelos eu fiquei no mundo da lua pensando como aquele garoto havia ficado bonito e principalmente gostoso. No fim da tarde ao voltar para a casa da fazenda, fui tomar um banho e ficar bem cheiroso para aguardar o Rafael. Liguei para minha namorada em Natal e avisei que não poderia ir encontrá-la neste sábado, pois houve um problema em um cercado e teria que ficar naquela noite para resolver. Enquanto aguardava pelo Rafael, fiquei lembrando das nossas brincadeiras. Estava me passando cada coisa pela cabeça. Eu fiquei muito estranho, pois sempre gostei de mulheres, mas com o Rafael era diferente. Quando lembrava das nossas brincadeiras chegava até a ficar de pau duro. Durante esses pensamentos o Rafael apareceu lá no terraço e me chamou pela janela. Tomei um certo susto e o convidei para entrar. Ele estava de calça jeans apertada, chinelos, uma camiseta de político e com um perfume bem forte. O cabelinho bem curto, penteado e ainda bem molhado. Ele sentou na cadeira e me sentei ao seu lado. Ficamos conversando sobre nossas famílias e sobre a cidade. Perguntei se ele estava namorando e ele me disse que não, mas que estava com uma filha de 2 anos. Fiquei surpreso de como um cara tão jovem já havia tido uma filha. Mas normalmente nos interiores do RN o pessoal já começa o trabalho cedo. Toquei no assunto das nossas antigas brincadeiras e ele apenas sorriu. E que belo sorriso!!! Não sei quem era mais tímido, eu ou ele. Isso somente naquele dia, porque antigamente éramos bem atirados. Nisso, depois de muita conversa, vendo que não ia rolar nada, resolvi oferecer cerveja pro Rafael. Ele não bebia, mas quis tomar só um copo pra me fazer companhia. Depois de alguns copos resolvi ser mais agressivo e perguntei o que ele fez pra ficar tão bonito. Ele disse que jogava muito futebol e que nadava muito nos açudes. Disse até que não o reconheci, pois ele era bem magrinho, com umas pernas tão fininhas e que hoje estava um cara muito lindo. Eu disse que ele estava muito bonito mesmo e que se fosse pra Natal iria fazer muito sucesso com as garotas. Disse até que iria comer muitas gostosas por lá. Ele sorriu e disse que isso seria ótimo porque ele só havia feito sexo apenas uma vez e foi justamente com a mãe da filha dele. Eu não acreditei e perguntei como ele agüentava. Ele falou que ficava na mão mesmo. Então voltei a falar que ele estava muito mudado mesmo. Você era tão magrinho e hoje está tão sarado. Tinha umas pernas finas e hoje estão bem grossas. Aquela bunda seca agora está bem redonda. Pedi pra ele se levantar e virar de costas. Ele ficou sem graça mas com minha insistência ele levantou-se e virou as costas pra mim. E eu apreciando sua bunda e dizendo: - Olha só. Nem parece aquela bunda seca que via quando abaixava seu calção. Ele voltou a sentar-se totalmente envergonhado. Eu então voltei a comentar aquela mudança radical. - Mas rapaz! Que impressionante! Não vai me dizer que teu pau também mudou. Ele ficou só rindo timidamente e dizendo que não. - Ahhhh. Vai ter que me mostrar. Já vi ele um monte de vezes e quero ver se continua o mesmo. Ele só faltava se enterrar de tanta vergonha. Ele só fazia rir timidamente e olhar pro chão. Eu puxei minha cadeira para o lado dele e pedi para ele abrir o zíper. Ele ameaçou abrir, mas desistiu. Eu então segurei no zíper e disse que ia abrir. Ele tirou minha mão e aceitou mostrar o pau. Então abriu de vez o zíper, colocou sua mão lá dentro e puxou seu pau pra fora. Eu então matei as saudades de ver daquele lindo pau que continuava o mesmo. Bem lisinho, da cabeça praticamente toda coberta e com poucos pêlos. Eu inventei que o pau dele estava também diferente e dei uma leve balançada nele. Ele ficou sem graça e botou o pau pra dentro. Rafael disse que estava tarde e que tinha que ir embora. Eu perguntei como ele iria e ele disse que era de bicicleta. Então falei para ele colocar a bicicleta em cima da caminhonete que eu iria deixá-lo na sua casa, que ficava numa comunidade a uns 8 km dali da fazenda. Ele disse que não precisava, mas insisti pois já era tarde pra pegar uma estrada daquela de bicicleta. Entramos na cabine e pegamos estrada. No meio do caminho passei pelo açude que tomávamos banho e o convidei para matarmos saudades da nossa infância. Ele disse que era a noite e que era perigoso e além disso estava sem calção de banho. Falei então para tomarmos sem roupa mesmo. Ele topou só um mergulho.Tiramos então nossas roupas e fiquei apreciando seu belo corpo nu. Notei que ele também ficou diferente ao me ver nu e ficou só me olhando. Ele foi na minha frente e fiquei olhando sua bunda dançando na minha frente. Não aguentei e apertei ela. Ele levou um susto e me olhou assustado. Eu então ri e sai correndo para a água. Ele levou na brincadeira e veio correndo atrás de mim. Pulamos no açude e ficamos jogando água um no outro. Logo estava muito fria a água e resolvemos sair rapidinho. Corremos para o carro e peguei uma toalha na minha mochila e dei pro Rafael se enxugar. Depois ele se enrolou com a toalha, abriu a porta do carro e sentou no banco para procurar sua cueca. Nesse momento não me contive, abri sua toalha e cai de boca no seu pau. Rafael ficou sem reação e depois foi cedendo, pois sua secura acho que falava mais alto. Seu pau de repente endureceu. Era a primeira vez que o via ereto. Eu então olhei pro Rafael e perguntei se alguém já tinha feito isso nele e ele disse que não. Vendo que ele estava em minhas mãos, pedi para que ele fosse dormir lá na fazenda comigo, pois assim poderia lhe ensinar muitas outras coisas. Ele não topou no inicio, mas lhe falei que ele jamais teria sensações iguais. Então ele topou desde que eu não dissesse pra ninguém, principalmente pro seu pai Aluizio. De qualquer forma passamos na casa dele só para avisar que ele iria dormir lá no quarto de empregados da fazenda, com a desculpa de que meu pai havia pedido para ele me fazer companhia já que eu havia ido sozinho pra fazenda e era perigosa aquela região. Aluízio aceitou tranqüilamente e nem desconfiou das nossas intenções. Ao chegar na casa, levei Rafael segurando em sua bunda até o quarto e pedi pra que ele tirasse toda sua roupa e deitasse na cama que eu voltava já. Fui pegar umas camisinhas e quando cheguei no quarto, Rafael já estava deitado e de cacete duro. Tirei minha roupa e deitei ao seu lado. E ele estava com muito medo e ao mesmo tempo curioso com o que eu iria fazer com ele. Voltei a chupar seu pau. Ele até apertava o lençol com os olhos fechados. Com muito cuidado comecei a dar umas lambidas no seu cu também. Rafael não acreditava no que estava acontecendo. Nem eu! Disse que iríamos para uma nova etapa. Pedi pra que ele ficasse de quatro. Disse pra ver se ele era macho mesmo para agüentar um pouco de dor no começo, mas que depois ele iria gostar. Vesti minha camisinha e comecei a enfiar levemente no seu cu. Alisava aquela bundinha linda e enfiava meu pau aos poucos. Rafael não estava aguentando a dor e pediu para eu parar. Não escutei e continuei. Comecei com um vai e vem e notei que ele estava começando a gostar. Estava ali comendo o Rafael. Comi com tanto gosto que gozei rapidamente. Tirei meu pau de seu cu e me deitei ao lado do Rafael. Notei que ele estava gostando muito. Ele pegou minha cabeça e levou até seu pau novamente. Já vi que ele gostou de uma chupada mesmo. Quando notei que ele iria gozar, tirei minha boca e vi aquela gala sair como um vulcão em erupção. Fiquei até com pena de ver tanto tesão acumulado naquele inocente rapaz. Acabamos adormecendo bem abraçados. No meio da madrugada acordo com o Rafael chupando meu pau. Ele me olha e diz que quer fazer o mesmo que eu fiz com ele. Até que ele chupava bem. Ficou beijando meu pau e foi subindo até chegar no meu pescoço. Ainda o puxei e dei um leve beijo na sua boca. Enquanto o beijava notei que seu pau estava bem próximo do meu cu. Então parei fui até ele e vesti ums camisinha. Coloquei minhas pernas em seus ombros e facilitei a chegada do seu pau ao meu cu. Nunca havia dado, mas a inocência dele me fez ceder. Só que ele enfiou com tanta força que dei um grande berro. Ele se assustou e até brochou na hora. Eu disse pra ele continuar desde que fosse bem devagar. No inicio foi difícil mesmo, mas depois vi o quanto era bom. Foi uma foda muito boa. Rafael me comia com tanto entusiasmo que estava suando bastante. Quando gozou, olhou para minha cara com um ar de quem queria agradecer por ter matado sua infinita secura. Ficamos com muitas sacanagens até o amanhecer. Pela manhã ele saiu para trabalhar e eu fiquei dando um cochilo. Quando acordei arrumei minhas coisas e peguei estrada. Na saída da fazenda encontrei Rafael sozinho como se estivesse aguardando minha passagem. Parei e lhe dei um belo beijo, apertei seu pau e me despedi antes que alguém nos visse. Depois daquele dia sempre vou na fazenda com o maior entusiasmo, mas nunca mais tive oportunidade de ir sozinho sem meus pais. Rafael deixou de trabalhar no lugar do seu pai, mas sempre vai lá para me fazer companhia. Andamos a cavalo e desde aquele fim de semana só conseguimos nos esconder nos matos para bater umas punhetas e dar algumas chupadas. Se fôssemos além disso alguém poderia nos descobrir. Não vejo a hora de termos outro momento daqueles, sozinho com Rafael na casa da fazenda.
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Sacanagem no interior com meu pai

Era início de janeiro e teria o último final de semana das minhas férias para aproveitar. Como recém-casados, nem minha esposa nem eu queríamos passar os dias em casa. Tínhamos aquela ansiedade de casal jovem – afinal, ambos com seus 30 anos – de descobrir o mundo. Lembrei, então, da casa que minha família possuía no interior do Espírito Santo, aonde nunca tínhamos ido. Descobri que, como eu, meus pais já não frequentavam há algum tempo. Propus de irmos em casal, e rapidamente ajeitamos tudo.
Sexta-feira de manhã, sem atrasos, meu pai buzinou com sua pick-up em frente a nossa casa. Joana e eu entramos no carro – e que carro: meu velho era louco por automobilismo –, cumprimentamos todos e pegamos a estrada. No caminho, falamos da vida de recém-casados, compartilhamos algumas experiências com meus pais, nada fora de normal. A viagem durou três horas e meia e logo chegamos ao lugar.
 
Estava mais para um sítio que para uma casa propriamente. Era uma propriedade que havia sido passado de pai para filho desde meu bisavô: um terreno grande, com piscina, área para churrasco, casa de dois andares, vários quartos – enfim, um ótimo lugar para ficar longe do estresse da vida cotidiana e relaxar. E o melhor era que boa parte da minha infância ficava bem ali: pude encontrar vários amigos, inclusive a família do caseiro.
 
Meu pai, militar aposentado, também guardava muitos colegas pela região. Passamos a conversar sobre os parceiros de pelada, de bebida, de papos de homem e logo ficamos com vontade de rever um pessoal. Muitos deles tinham decidido viver naquela região. Um deles era o Corrêa, ex-tenente, talvez o melhor amigo que meu coroa já teve, que morava a 10km de distância. Resolvemos dar uma passada lá para pôr o papo em dia, chamamos minha mãe e Joana, mas elas estavam cansadas da viagem. Coisas de mulher, disseram.
Fomos os dois, então, e prometemos voltar antes que escurecesse (diziam estar um pouco perigoso na região e quase não havia luz na estrada).
 
Fomos de novo para a pick-up do meu pai e, animados para reencontrar pessoas tão queridas, levamos algumas cervejas. Sei que não é o certo a se fazer, mas, verdade seja dita, ambos já estávamos bebendo. Como não estava dirigindo, meus goles eram mais rápidos; meu coroa, porém, não se fazia de rogado: ia fundo também.
 
– Pai, não é ruim beber logo agora que está no volante?
– Thiago, eu me garanto, cara – e deu aquela gargalhada convencida.
– Mas você já não tem a mesma idade...
– Tudo aqui funciona, e muito bem.
– Falam que algumas coisas caem e não levantam mais quando chegamos aos cinquenta, hein – impliquei, já ficando mais "alegre".
– Olha, tudo aqui continua bem firme e acho que até mais potente que aí.
 
Ao dizer isso, apertou a sua bermuda bem na altura do pau. Minha visão fotografou estranhamente a cena: o braço esquerdo peludo no volante, a mão dura acariciando a rola e agarrando o pacote, a coçada indiscreta no saco. A situação exalava testosterona, e eu estava impressionado com a naturalidade do coroa. Quis saber até aonde ele iria.
 
– Minha mãe não parece muito satisfeita, não...
– Ela até pode não estar, mas as novinhas lá do condomínio estão por mil. É incrível como essas garotas gostam de um cara maduro e experiente. Quando você chegar na minha idade, vai saber como é comer buceta a rodo.
– Já sei o que é, estou bem servido.
– Se for só com a Joana, saiba que as mulheres mentem e, pelo que lembro, você não tinha um pinto muito grande quando menino não.
– Ela é uma mulher esperta e você sabe que as coisas crescem, né.
– Ah, sim, torço pra que tenha crescido, senão...
– Senão o quê?
– Sua cabeça vai levar chifre rapidinho.
 
Estava claro que ele fazia aquilo apenas de implicância e para tirar com a minha cara. Da mesma forma, ficava evidente que ambos tínhamos a rola cada vez mais dura no meio das pernas. Falar de sexo daquele jeito, rir um da cara do outro, era algo inédito com meu pai. Aliás, com qualquer outra pessoa: não costumava abordar aqueles assuntos com os caras do trabalho, não nesse nível.
Comentávamos dos peitos das secretarias, de como deveriam ser bocetudas e parávamos aí: nada sobre o outro.
 
– Você nem sabe das minhas histórias... Por exemplo, já comi a filha do Corrêa nessas bandas mesmo.
– Porra, filho, mais que esperado. Aquela garota já passou até pelo meu caralho. E, te dizer, aguentou a tora com vontade.
– Certeza que gostou mais da minha.
– Não foi o que ela me disse...
 
Antes que pudesse responder à altura – embora estivesse bastante surpreso com aquelas revelações e com o nosso comportamento no carro –, passamos por uma placa que indicava uma cachoeira. Meu pai deu marcha à ré e pegou o caminho.
 
– Não tá lembrado desse local?
– Mais ou menos... Não conheço o caminho, mas sei que minha mãe e você me levavam muito a uma cachoeira. É essa?
– É sim e há muito tempo que não passo.
– Não vamos chegar tarde na casa do Corrêa?
– É só irmos rápido por aqui. Tá calor pra caralho.
 
Ele parou a pick-up perto do local e saiu do carro. Segui-o, sem saber direito se estava a fim de tomar banho de cachoeira. De qualquer forma, era muito gostoso ouvir o barulho. A natureza toda ao redor relaxava e dava aquela sensação boa de liberdade. Talvez por isso ter feito aquele caminho de carro com meu velho estivesse sendo tão espontâneo.
 
Logo chegamos bem em frente à queda d'água. Meu pai imediatamente puxou a camisa, tirou os sapatos e começou a desabotoar a bermuda. Os anos no exército realmente haviam feito a diferença: ele ainda mantinha um corpo forte, de maduro cheio de pelos e exalando virilidade. Parecia muitas vezes um desses lenhadores de filmes americanos que trazem as veias fortes nos braços e aquela barba áspera. Impressionava manter um físico daqueles mesmo envelhecendo.
 
Quando puxou a bermuda totalmente, ficou só com uma cueca box preta, com a mala bem marcada. Jogou de qualquer jeito aos meus pés as peças de roupa que havia retirado e mergulhou na água. Deu um daqueles gritos de quem está embarcando numa aventura, como se fosse um adolescente explodindo de hormônios e de tesão.
 
– Você não vai entrar? Tá muito boa a água, filho.
– Não trouxe sunga, pai, estou só de cueca.
– Ninguém vem aqui mesmo, anda logo.
– Ela é branca, vai ficar transparente.
– Porra, deixa de ser fresco, somos só nós dois.
 
Ainda inseguro, resolvi obedecer as ordens do tenente. A grande verdade é que meu pai sabia ser persuasivo e mantinha tanto grande autoridade na família quanto nos círculos mais próximos. Aprendera a respeitá-lo com muita rapidez e sabia que não gostava de ser contrariado. Talvez por já ter um pedaço do serviço militar em casa, não quis seguir por esse caminho. Não sei se foi a melhor opção: as coisas do escritório realmente me estressavam muito. Aquela era uma boa chance de perder a ansiedade e recarregar as energias. Fora que estávamos sozinhos em plena natureza...
 
Tirei a camisa e abaixei a bermuda. Pulei na cachoeira com a cueca branca mesmo e senti, imediatamente, o tecido grudar no meu corpo, encharcado. O coroa deu outro grito de comemoração e jogou um pouco de água em mim. Realmente, estava perfeito lá dentro: muito refrescante. Além disso, tudo era cristalino: dava para ver as pedras, nossos próprios pés. Como também dava para ver tudo o que estava imerso, inclusive nossas cuecas. Meu pai, é claro, reparou em tudo na mesma hora
 
– Sabia que o meu era maior.
– Com cueca preta é fácil de dizer, quero ver provar.
 
Ele, sem nem pensar, arrancou a cueca e exibiu, orgulhoso, o seu pau em riste. Segurou aquele caralho duro com a mão direita e bateu-o seguidamente na água, como para marcar território. Tinha razão: era maior que o meu sim, principalmente na grossura. Era uma rola de muito respeito, com uma cabeça vermelha que qualquer um adoraria cair de boca. Aliada a essa visão, havia o sorriso sacana no canto dos lábios do meu pai e aquele seu olhar que parecia dizer "eu disse, moleque, respeita teu coroa".
 
– Viu como eu tinha razão?
– Parabéns, você ganhou. Quer um prêmio?
– Olha que eu posso dizer que quero sim...
– O que seria? – ele aproximou-se de mim.
– Olha, essa bundinha aí molhada está suculenta. Você pode não ter um pauzão, mas, puta que pariu, Thiago, que rabo é esse, hein?! Deve ter pego da sua mãe.
– Agora deu pra reparar em bunda de homem, pai? Estou te estranhando...
– Um traseiro desse a gente não dispensa... Arrebitadinho, firme e peludo... Uma delícia. Esse é meu tipo.
– Já comeu rabo de homem, então?
– Porra, como comi! No quartel e nessas bandas, então. Tem um monte de viadinho querendo dar pra macho como eu. É só ver meu caralho que eles ficam todos com o cu piscando – apertou com força a própria rola – E parece que você gostou também, hein.
 
Por mais que eu quisesse negar, não havia como: meu pau estava duro na cueca e uma parte até escapava. Sentia um tesão do caralho naquela situação toda e parecia ter sido transportado para um mundo paralelo. Aquela visão do meu pai nu na minha frente, pau em riste, água escorrendo pelo peitoral cheio de pelos, pelas costas fortes e descendo por aquela bunda carnuda, me deixava louco. Tão louco que arriei totalmente minha cueca e fiquei peladinho na frente daquele macho que havia me gerado.
 
– É, Thiago, sabia que você iria querer conhecer esse caralho mais dia ou menos dia.
– Você fala como um tarado.
– Sou tarado por uma bundinha como a sua, meu puto.
 
Nisso, me pegou pela nuca e me tascou um beijo de língua delicioso. Os nossos lábios se misturavam, molhados e desejantes, num ato de puro tesão. Não havia ali nenhum tabu, nada que separassem nossos corpos. Enquanto me beijava, arranhava sua barba no meu rosto e passava a mão nas minhas costas, já buscando minha bunda.
 
– Sempre quis ser um pai assim pra você, Thiago, sem pudores, sem nada que nos separasse.
– Está conseguindo, pai.
– Tá gostando?
– Muito.
– Então chupa meu caralho gostoso, meu puto.
 
Me abaixei sem hesitação e engoli aquele pau pulsante. Passei a língua na cabeça que mais parecia um cogumelo, sorvendo já uma baba de goza que começava a escorrer. Era delicioso saber que tinha vindo dali. Suguei com prazer e logo depois fui chupando o talo com precisão. Sabia o que atraía num bom boquete; por isso, enquanto ia e vinha em movimentos cheios de saliva, acariciava as bolas pendentes do meu pai.
 
– Isso... Ah, que delícia essa boquinha, hein?
 
Ele gemia com prazer e isso ainda me dava mais vontade de satisfazer totalmente aquele macho. Meu coroa agarrou minha cabeça e se pôs a foder minha boca. Ia com ritmo intenso, metendo com força nos meus lábios. Ia até a garganta, mas não deixava me engasgar, controlando totalmente a situação. Chegavam ao meu rosto os pelos pubianos pretos e o cheiro forte de virilidade. Ele realmente era um caralhudo de marca maior e devia traçar muito viadinho mesmo.
 
– Tá gostando, né? Diz pra mim, meu puto. Diz pro seu papai, vai.
– Tô sim, papai. O senhor tem um caralho delicioso.
– Não mais que esse seu rabinho virgem, vira ele pra mim, anda.
 
Me apoiei numa pedra e fiquei de quatro. Nunca havia estado nessa situação com outro homem. E logo com meu pai eu ficava como uma putinha, puta merda. Ele adorava aquela dominação toda, impor inteiramente sua força de macho-alfa. A primeira coisa que fez foi dar tapas na minha bunda e enfiar o rosto bem no meu cuzinho para um cunete delicioso. Passava a língua primeiro na borda do meu anel e depois ia entrando, tirando minha virgindade aos poucos. Era estranho ter aquela sensação ali na bunda, mas ao mesmo tempo muito delicioso.
 
– Rebola na minha cara, rebola.
 
Rebolei meu rabo na barba áspera e levei como prêmio uma linguada forte, que partiu das minhas bolas e foi até meu âmago. De homem sério e casado a puta do próprio pai: nada mais relaxante. Como essa evolução, o cunete logo passou a dedadas fundas, que me arrancaram os primeiros gemidos.
 
– Isso, geme gostoso.
 
Aproveitou meu prazer para jogar água e saliva no meu cuzinho. Logo começou a tentar a penetração. De início, foi difícil, já que era virgem. A cabeça, de tão grande, demorava a entrar e, quanto mais fundo ia, mais me causava uma dor lancinante. Empinava o rabo para facilitar e meu pai ia à loucura. Sussurrava no meu ouvido que aquele era o melhor cuzinho que já havia visto. Aquela confissão me animou e, esquecendo a dor, empurrei meu corpo para trás. Aquela piroca entrou rapidamente dentro de mim e foi estourando minhas pregas rapidamente. Urrei de dor.
 
– Meu puto! Assim que eu gosto.
– Me come, pai.
– Fala mais alto pro seu homem.
– Me fode com força, papai.
 
Ele iniciou uma sequência de estocadas sincronizadas e firmes, tirando até mesmo um barulho do meu rabo. Já entrava e saía com facilidade. Passou, então, a dar mais palmadas na minha bunda, como se estivesse com um cavalo. Eu respondia rebolando naquela pica e engolindo-a toda no meu anel.
 
– Que cu, Thiago, que cu!
 
O coroa foi com cada vez mais apetite, metendo com força dentro de mim, até que avisou que ia gozar. Caprichei numa rebolada bem lenta, que pegasse todo aquele caralho e desse um trato especial nele.
 
– PUTO!
 
Logo senti meu rabo ser invadido por uma gala quente, que escorria pelas minhas coxas deliciosamente. Meu pai montou um pouco nas minhas costas e me abraçou por trás para que eu ouvisse bem de perto sua respiração acelerada e a forma como arfava. Saber que tinha sido agido como uma vadia e com meu próprio pai me enchia de tesão. Comecei a tocar com velocidade e logo eu também gozei litros de porra.
 
Aproveitamos a cachoeira para nos limparmos e descansarmos por alguns minutos. O que seria apenas um banho rápido havia se tornado na melhor foda da minha vida. Estávamos lá, unidos mais forte que nunca, pai e filho, descobrindo os próprios corpos e uma intimidade especial. Ficamos ainda um tempo no sol esperando que o corpo secasse um pouco para colocarmos as roupas. Não precisávamos falar nada: o silêncio e a natureza diziam tudo. Resolvemos deixar as cuecas ali como marca do que tinha acontecido e nos vestimos novamente. Há muito tempo não andava sem nada dentro da calça – e meu pai também, pelo que me confidenciou. Na pick-up, fomos falando dessa nova sensação durante todo o caminho até chegarmos ao sítio do Corrêa no começo da noite.
Meu pai e eu chegamos ao sítio do Corrêa no início da noite, por volta de 18h30. Conversávamos como se não houvéssemos feito sexo naquela cachoeira há tão pouco tempo – como se não tivesse rebolado na pica do meu próprio progenitor. Também nos parecia normal andar sem cueca, sentindo um ventinho ao mesmo tempo estranho e excitante pela bermuda. O relaxamento que experimentávamos superava qualquer preocupação, inclusive a que poderíamos ter com o horário (afinal, já deveríamos ter voltado para casa e encontrado minha mãe e minha esposa). Aquele, porém, seria o dia dos homens.
 
Ao estacionarmos o carro perto da entrada, fomos imediatamente recebidos pelo Corrêa, o melhor amigo do meu pai desde os tempos de exército. Ele e meu coroa deram aquele típico rápido abraço masculino seguido por um forte tapa nas costas e deixaram transparecer a excitação de encontrar depois de dois anos o parceiro de pelada, de bebida e de putaria. Os dois realmente tinham uma harmonia e se pareciam muito no jeito de falar: firmes, autoritários e debochados.
 
- Esse é meu filho, Thiago, se lembra dele?
- Claro que lembro desse safado. Esse moleque era louco pra comer minha filha.
- Pega leve com o garoto... Quem não era louco para papar a Laurinha, hein?
- Vai se foder, seu brocha.
 
Quando esse era o assunto, Corrêa realmente não ficava muito calmo: seu rosto moreno se tornava imediatamente vermelho de raiva. Imaginei por um segundo como seria aquele homem dando ordens no meio do quartel... É, não deveria ser fácil ser subordinado dele. De toda forma, logo meu pai conseguiu contornar a situação e o clima descontraído voltou novamente. Entramos na casa e ficamos sentados numas cadeiras no quintal, perto da churrascaria, bebendo cerveja e falando sacanagem.
 
- E sua esposa, Corrêa, não tem vindo pra cá?
- Não, ela prefere ficar na cidade mesmo... Acha tudo aqui muito parado. O foda é que eu fico sem trepar por um tempão.
- E não traça as gurias daqui não?
- Que nada, tem cada vez menos buceta por essas bandas... Só em alta temporada que meu filho traz umas pra cá e a gente faz a festa.
- O Júnior taí contigo?
- Tava lá em cima mexendo no computador, deve estar tocando uma, aquele puto.
 
Nisso, Corrêa deu um grito chamando (na verdade, ordenando) que o filho descesse e se juntasse ao nosso grupo. Rapidamente, surgiu o rapaz, descendo as escadas sem camisa e com um calção de surf. Júnior tinha 27 anos, três a menos que eu, e levava a mesma pele morena do seu pai. Aliás, ambos eram bem parecidos, mesmo com a diferença de idade: peitorais definidos, cuecas aparecendo de leve sob os calções, um jeito de andar dominador.
 
- Fala aí, pessoal. Que foi, pai?
- Senta aí, Júnior, larga de putaria naquela internet.
- Porra, pai, estava de boa lá, sem sacanagem nenhuma.
- Duvido... Da última vez em que disse isso, te peguei batendo punheta na cam praquela loiraça.
- E você bem aproveitou...
Meu pai e eu nos entreolhamos. Aqueles dois tinham uma intimidade que nós, antes da cachoeira, nunca sonháramos em adquirir. Soavam como machos explodindo de testosterona e chegavam mesmo a intimidar com tanta segurança ao falar, tanta presença. Eu, pelo menos, preferia ficar calado, apenas os observando. Meu pai, no entanto, era mais falastrão e queria fazer parte daquele tesão:
- Epa, como assim, Corrêa?
- Não foi nada... Apenas sentamos e ficamos lá tocando pra menina na cam. Valia a pena, ela tinha uns peitões assim oh.
- Então, quando não tem mulher por aqui, vocês apelam pra internet?
- Isso mesmo.
- É... Nos nossos tempos de exército não tinha essa moleza de bate-papo, de webcam, não é, Corrêa? Era revista de sacanagem, punheta adoidada.
- E às vezes uma mão amiga dos cadetes – riu Corrêa.
- Até mais que mão amiga.
 
Nisso, Júnior olhou direto para Corrêa, com um rosto surpreso. Reconheci imediatamente aquela face: a de quem descobre que o pai já tinha feito sexo com homens. O papo estava ficando quente e eu gostava cada vez mais. Minha rola já começava a dar sinal de vida na bermuda, e eu precisava ter cuidado, já que havíamos deixado as cuecas na cachoeira como recordação.
 
- Você fazia sexo com viado, pai? Que merda é essa?
- Não era assim também... A gente ficava até meses sem ver a cor de uma buceta, e sempre tinha aqueles viadinhos que queriam dar... Algumas vezes, admito, passei a piroca.
- Algumas vezes, Corrêa?! Você era o maior comedor de rabo de macho naquele quartel todo.
- Vai se foder, cara. Você sempre foi muito pior que eu, muito mesmo. Lembra daquele acampamento no interior do Rio?
- Deixa isso pra lá... Vamos mudar de assunto.
 
Esta foi a primeira hora em que resolvi intervir na conversa. Queria descobrir exatamente tudo o que meu pai havia feito sexualmente. Já tínhamos rompido (literalmente) aquelas barreiras mais cedo, então, não existia nenhum motivo que me impedisse de tudo desejar daquele macho. Cortei a conversa e perguntei direto pro Corrêa:
 
- Conta lá o que meu pai aprontava.
- Thiago, tá louco?! – meu pai ainda tentou protestar.
- Deixa o menino saber. Não falou de mim? Agora aguenta – ainda deu uma pegada no pau antes de começar a história – Estávamos em uma missão de treinamento dos recrutas no meio da mata atlântica e ficaríamos acampados perto de um riacho por um mês e meio.
Vocês não são militares, mas imagem o que era uma cambada de garoto sem mulher no meio da floresta: sacanagem o dia inteiro. Era foda para seu pai e para mim controlarmos todo aquele pessoal, ainda mais que nós também tínhamos as nossas necessidades. Seu velho era ainda mais linha dura que eu e dava esporro com a menor coisa; eu já entendia mais e fingia que não via. Mas aí o seu pai ficou com fama de linha dura e o pessoal começou a reclamar. Queriam por queriam dar um troco nele, tirar um pouco dessa autoridade toda que vocês conhecem. A maioria não tinha coragem de fazer nada, mas dois caras mais mal encarados tiveram-
- Puta-merda, Corrêa, para com isso.
- Ué, você não queria falar de mim? Tá com vergonha que seu filho saiba que já traçaram essa tua bunda?
Quase engasguei com a cerveja. Meu pai, tenente todo viril e mandão, já tinha sido comido? Eu precisava saber mais.
- Continua a história, Corrêa.
- Viu, agora o Thiago se interessou... – outra ajeitada no pacote, bem maior dessa vez – Na última semana, aqueles dois caras, melhor dizendo, dois negões enormes, esperaram seu pai ir tomar banho no rio, roubaram as roupas dele, esperaram ele sair da água e o agarraram. Como eu sabia que alguma merda ia acontecer, estava de olho na situação há muito tempo, então foi fácil de flagrar. Fiquei atrás de umas árvores só vendo... E, olha, posso dizer: os caras arregaçaram teu pai. Aquelas jebas eram enormes, pareciam de plástico. E eu lembro que seu papai cavalgou até com vontade.
- Chega, caralho – meu pai estava muito irritado – Não ia falar nada pro Thiago, mas já que comentou isso, preciso dizer: pelo menos não fui eu que tomei leitada na cara de todos os marmanjos do acampamento. Achava que eu não sabia disso, Corrêa? Não adianta ficar com essa cara não, agora vou jogar a merda no ventilador.
- Porra, pai, você é viado?! Conta isso, tio.
- Também aconteceu perto das últimas semanas. Seu pai, Thiago, já tinha fama de comedor de rabo de viado e, pior, também tinha a fama de beberrão. Um dia, teve uma festa com muita bebida e seu pai ficou louco de bêbado. Os recrutas, é claro, queriam tirar sarro da nossa cara e fizeram uma aposta com seu pai, que se achava O mais forte, O mais esperto, O mais foda. Apostaram que, se perdessem na queda de braço para seu pai, dariam para ele, um de cada vez; se não, seu pai teria que chupar o pau de cada um até tomar porra na cara. E foi o que aconteceu: seu coroa estava tão mamado de whisky que perdeu seguidamente cada queda de braço. Resultado? Ficou com a cara cheia de gala quente dos vinte marmanjos do acampamento. Fui o único que ele não chupou, só fiquei de olho naquela viadagem.
- Caralho, pai, é sério isso?
- Seu filho da puta, não sabia que tinha visto isso.
- O que posso dizer? Você sempre foi uma putinha e tanto, Corrêa...
 
Meu pai provocava cada vez mais e os dois quase estavam se batendo. Júnior e eu tivemos que nos levantar para calmar os ânimos, cada um de seu pai. Eles estavam sempre nos extremos e realmente era difícil controlar os egos. Pareciam mais dois galos brigando, dois animais. Mas, em vez de isso nos assustar, reparei como todos ali estavam de pau duro. Era perceptível, ainda mais na minha bermuda e na do meu pai, ambos sem cueca. Resolvi me aproveitar da situação e sugeri:
 
- Por que vocês não resolvem isso na queda de braço, então? Quem perder vira a puta do outro.
- Por mim, sem problema, sou muito mais forte que o Corrêa – e isso era verdade.
- Só aceito se os meninos participarem também. Melhor de 3 pra cada dupla, a que ganhar mais vezes come o rabo dos perdedores.
 
Aquela era uma boa estratégia do Corrêa. Ele sabia que a chance de perder do meu pai era grande; em compensação, Thiago tinha corpo de quem fazia academia contra o meu de quem fica no escritório o dia inteiro. Mas meu pai estava tão cego de raiva que nem ligou para isso: aceitou imediatamente. Eu me divertia cada vez mais com aquela situação e o ar cheirava à testosterona.
- Pronto pra ser minha puta, Corrêa?
- Quero ver se vai dizer isso quando estiver galopando no meu pau como fez com aqueles caras.
 
Começaram a série de quedas de braço: meu pai venceu as duas primeiras sem esforço, mas acabou perdendo a última nos movimentos finais. O placar estava 2 a 1 para a gente, mas Corrêa sorria orgulhoso. Meu pai começou a me dar força, a dizer que iríamos arrombar o cuzinho daqueles putos, que eu iria conseguir, e isso foi me dando vontade de deixar o coroa orgulhoso. Bastava que eu repetisse o placar, mas Júnior era tão forte, tão gostoso e parecia ter um pau bem roliço no meio das pernas.
 
- Acaba com ele, Júnior.
 
Como era esperado, perdi as três, e sem oferecer resistência. Meu pai ficou desolado, mal levantava o rosto. Tentei me fingir de chateado, mas a verdade é que meu cu estava piscando de vontade de dar logo para o Júnior. E ainda veria meu próprio pau rebolando na vara do Corrêa. Não consegui esconder muito bem meu tesão.
 
- As putinhas vão ter que dar o rabo pra gente! Quero as duas de quatro, com esse rabão bem empinado, uma do lado da outra.
- Corrêa, cara...
- Sem essa, tio, vocês combinaram, agora vão ter que dar pra gente.
 
Não havia discussão. Meu pai e eu nos ajoelhamos no gramado e ficamos de quatro. Corrêa e Júnior se posicionaram bem na nossa frente e abaixaram os shorts junto com as cuecas. Dois caralhos roliços, morenos e cabeçudos pularam direto no nosso rosto. Eram muito parecidos até no pau! Ambos também já estavam bastante babados e rijos com um tesão gigantesco. Cai de boca na mesma hora que meu pai.
 
- Chupem esse caralho com vontade, ISSO...
 
Sentia nos meus lábios a baba salgadinha do Júnior e cada gosto dos 19cm daquele caralho. Era realmente de lamber os beiços e eu não me fazia de rogado. Utilizava toda minha boca para engolir aquela piroca e extrair dela o máximo possível. Júnior urrava de prazer como um animal. Olhei para o lado e vi que Corrêa fazia o mesmo. Não era para menos: meu pai chupava com rapidez e força aquela outra piroca e parecia nem ligar de estar sendo dominado pelo seu melhor amigo. Fazia como um profissional.
 
- Diz pro Corrêa o que tu quer, viadinho, diz.
- Quero rola! - ouvir meu próprio pai dizendo isso era surreal.
- Então TOMA.
 
Corrêa passou a bater a pica no rosto do meu pai e Júnior imitou o pai. Estávamos levando uma surra de caralho. Era delicioso. Logo começaram a bombar nas nossas bocas como se fossem bocetas, mas não havia como reclamar. Antes que pudessem gozar, eles trocaram de posição: agora eu chupava o Corrêa e meu pai o Júnior. Foi muito, mas muito excitante chupar a rola que meu pai havia acabado de tirar da boca. Caprichei no serviço e levei aquele ex-tenente à loucura só com minha boca.
 
- Puta que pariu, hein, Thiago, você tem uma boquinha de veludo que nem teu pai. Agora vamos pra esses rabinhos.
 
Voltaram às posições. Júnior foi para trás de mim e Corrêa para trás do meu pai. Desabotoaram nossas bermudas e as desceram rapidamente. Soltaram um gemido de nos verem já sem cuecas e Júnior ainda disse "Olha, pai, as putas vieram preparadinhas". Olhei para meu pai e quase não aguentei de tesão. Ali estava meu macho de quatro, com o rabo peludo virado para outro, que logo iria comê-lo sem piedade. Nunca imaginei que fosse viver aquelas situações num mesmo dia!
 
- Vamos arrombar esses viados, Júnior? Mete com força no Thiago que esse já tem cara de quem ter dado, assim como o pai.
 
Aquilo, ao mesmo tempo que me humilhava e me rebaixava, só aumentava meu tesão. Empinei ainda com mais vontade minha bunda branca repleta de pelos. Eles começaram a nos cunetar e a enfiar as línguas com fome nos nossos rabos, não deixando nenhuma parcela livre. Ao contrário de mim, meu pai se controlava para não gemer, mas ele não aguentou quando Corrêa chupou o cu dele com força e ainda deu uma palmada naquele traseiro:
 
- AHH.
- Isso, meu viadinho, lembra dos teus negões. Vou te mostrar que sou melhor que eles, você vai ver.
 
Júnior estava no mesmo clima. Depois do cunete, começou a bater o pau na minha bunda e a se preparar para me comer. Os dois pegaram camisinha, cuspiram em nossos anéis e começaram a penetrar. Como já tinha sido caralhado pelo meu pai mais cedo na cachoeira, foi mais fácil para aquele pau entrar. A dor existia, mas só aumentava meu prazer. Revirava os olhos de tesão.
 
- Mete mais, Júnior – implorei.
- Rebola, viadinho!
 
Antes que acatasse aquela ordem, olhei para meu lado e vi meu pai, mais adiantado que eu, rebolando com todo seu corpo peludo na piroca do Corrêa. O velho ia fundo, se deliciando, boca quase babando (o pau, por sua vez, deixava escorrer goza). Estava louco tesão também e parecia não se importar mais em estar dando com gosto para aquele amigo.
 
- Gostando da rola do Corrêa, tenente?
- Cala a boca e me come, caralho!
 
Corrêa foi fundo no pedido: dava estocadas cada vez mais fortes no anel do meu pai. Junior imitava o pai e me fodia com gosto, sem nenhuma cerimônia. Dois pais, dois filhos, dois grupos semelhantes fodendo ao ar livre: era muita putaria.
 
- Diz quem é melhor, tenente, eu ou aqueles negões que te curraram daquela vez?
- Ahh, você, Corrêa, meu macho.
 
Aquele "meu macho" foi suficiente para Corrêa aumentar ainda mais a velocidade e a berrar num gozo alucinado. O homem quase tombou em cima do meu pai de tanto relaxamento! Júnior viu que tinha chegado a hora e estocou no meu rabo com mais tesão ainda e logo gozou. Pai e filho de pé e orgulhosos; pai e filho de quadro e fodidos. O mundo tem dessas ironias...
 
- Muito obrigado pelo rabo, meninos! – sacaneou Corrêa, se preparando para ir tomar uma ducha.
 
Meu pai aproveitou o momento de relaxamento do ex-tenente e o agarrou por trás. Júnior e eu ficamos olhando espantados, pensando que agora era a vez do Corrêa ser fodido. Não foi isso, porém, o que aconteceu.
 
- Acho que você e o Júnior deveriam agora chupar nossas rolas até levar gala na cara, hein?!
 
Corrêa ia rebater, mas, antes que pudesse, o próprio Júnior se ajoelhou em minha frente e abocanhou minha rola. Que boca! Há muito tempo não sentia uma chupada daquelas. Era muito mais talentoso que minha própria mulher. O ex-tenente seguiu o exemplo e começou a chupar a piroca dura e cabeçuda do meu pai. Ser fodido de 4 com o pai e depois ser chupado por outra dupla de pai e filho: nada podia ser melhor. O tesão era tão grande que em pouco tempo o gozo veio.
 
- AHHH! SE PREPARA, CORRÊA!
 
Meu pai tirou o pau da boca do ex-tenente e encheu o rosto e a boca de porra. E o pior é o que o cara realmente gostava! Não deixou nada escorrer ou ficar no cantinho da boca e ainda lambeu o pau do meu pai de novo. Vendo aquela cena, também eu gozei na boquinha do Júnior. O rapaz engoliu tudo com gosto.
 
- Pra completar, vocês tem que dar um beijo e trocar nossas gozas – ordenou meu pai.
 
Corrêa e o próprio filho se aproximaram meio hesitantes. Uma
coisa era fazer sexo em grupo; outra era um fazer com o outro. Mas como tudo já se conheciam e tinham uma enorme intimidade, não ligaram. Deram um beijão de línguas, um limpando a boquinha do outro e tomando o resto da nossa gala. Meu pai e eu ficamos só olhando aquela outra dupla se descobrindo, aquele outro incesto começando a ocorrer. Realmente, tinha sido uma bênção tirar aquelas férias no interior.
 
alphonsus

O parrudo no Forte dos Reis Magos

Nego_deboa
 
Olá, uma das minhas grandes paixões no sexo é chupar uma boa pica. Sempre que a oportunidade acontece, caio de boca. E quase sempre é muito bom.
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Tenho 30 anos, sou negro. Tenho 1.65. Uma boa e lisa bunda e um cacete bom também. Sempre que possível, consigo uns bons esquemas. Vivo dentro do meu armário (ainda!). Moro em uma capital no nordeste. Mas vamos ao conto...
 
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Fui passar férias em Natal (RN) cidade linda há uns quatro anos. Por lá, passei por vários pontos históricos e fui visitar o Forte dos Reis Magos. Uma construção bela, que é entrecortada por área de mangue.
 
Por lá, além dos pescadores e banhistas, havia uma certa movimentação por entre os arbustos que deixava claro o que rolava: pegação.
 
Neste dia, acompanhando por uma amiga, não rolou nada, mas fiquei ligado no que poderia acontecer. Voltei lá, sozinho, no dia seguinte, mais a vontade.
 
Desci por entre a área que tinha alguns arbustos e observei o movimento da galera. Tinha de vários tipos e todos os gostos. Mas um particularmente me chamou atenção. O cara era extremamente alto, aproximadamente 1.90. Estava com uma farda de construtora (acho que era Odebrecht). Era branco, ruivo e tinha uma cara de macho mau. Entrou num arbusto e o segui, mas não fui para o mesmo local.
 
De longe, o observei e ele batia uma punheta solitária. Com um aceno me chamou para o mesmo ponto, local isolado. Fui com receio, mas fui. Turista, o lance "ao ar livre" seria menos comprometedor.
 
Chegando lá, o cara parecia ainda maior. Olhos verdes. Cabelos ruivos. Ele ordenou: Chupa!!
 
Não me fiz de rogado. Ele apoiou-se em um tronco, jogando seu corpo para trás. Abriu os botões da camisa e revelou um peitoral definido com alguma barriga em pelos ruivinhos também.
 
Um cacete bom, uns 16cm, com pelos ao redor da virilha e saco. Cai de boca e fui sugando cada pedaço daquela piroca do machão ruivo mandão.
 
- Chupa viadinho, mama no meu cacete!
 
Continuava chupando, quando ele me empurrou e..surpresa:
Puxou minha bermuda para baixo e começou a mamar meu pau. Incrível como o ruivão chupava bem. Engolia todo o meu cacete enquanto com o dedo procurava meu cuzinho para brincar.
 
O ruivo tinha experiência, mas aquela fugidinha do trabalho já estava durando demais. Ele resolveu que me faria gozar e intensificou a chupada no meu pau e com maestria explodi num gozo gostoso na sua boca, enquanto ele numa frenética punheta esporrava também.
 
Nesse intervalo, já éramos observados por outros dois rapazes entre os arbustos. Nos vestimos e saímos de lá. Um para cada canto, sem nem sabermos nossos nomes.

TOMANDO BANHO COM DOIS CAMINHONEIROS

marcomacho
 
Meu nome é marco ,tenho 26 anos 1,85 de altura sou do tipo macho discreto e com um corpo de causar inveja a qualquer macho.
O que vou relatar é uma história verídica e que aconteceu comigo no começo desse ano.Sou casado com uma mulher mas sempre tive vontade de sentir uma rola na minha mão meu maior sonho sexual era ver um caminhoneiro peladão como veio ao mundo mas nunca tive oportunidade moro na capital de sp e viajo a trabalho pro interior fui pra uma cidade chamada votorantim onde o trafégo de caminhões é intenso e com muitos motéis em torno , estava eu la dirigindo meu carro quando avisto um posto de gasolina aonde estavam estacionados muitos caminhões !aonde deveria ser o ponto de descanço daqueles caminhoneiros ja era tarde da noite e eu ia ter que dormir por aquela região quando me vem a mente o desejo de ver um caminhoneiro e quem sabe realizar meu desejo proibido . resolvo parar meu carro no tal posto e fico por alguns minutos observando o local pra ver aonde os caminhoneiros iam para se banhar e logo avisto um caminhoneiro alto com uma pequena barriga peludo e que parecia ter um volume grande em sua bermuda ele ja estava sem camisa fui ao delírio e meu coração começou a disparar ansioso e com vontade de ver aquele cara peladinho por completo.
como viajo sempre levo comigo toalha e coisas para a higiene pessoal , resolvo tomar uma ducha também pra ver se conseguia algo e logo quando entro no banheiro havia uns 5 caminhoneiros na fila ja que todas as cabines estavam ocupadas , fiquei a espera até que uma delas abre e entro tiro a minha roupa abaixei para pegar o sabonete e vi a sombra e os pés do caras do lado me levantei com medo do perigo e abaixei de novo avistei uma sombra por debaixo das divisórias de uma tora grossa batendo uma punha fui ao delírio e com muito desejo e vontade de gozar ali mesmo olho para o outro lado e o outro caminhoneiro estava batendo uma bronha também coloquei minha cabeça e ja avistei uma rola gostoso ah que tesão comeicei a bater a minha punheta mais rapido e gozei só de ver aquilo que a muitos tempos sonhei ... agora sempre que for pra essa cidade será a minha para obrigatória se eu conseguir pegar um caminhoneiro conto pra vocês em outro conto abraços machões de plantão. Espero que tenham gostado pois é o meu primeiro conto aqui .

TRAÇANDO O SEGURANÇA DA EMPRESA

ronald43
 
Já tenho diversos contos publicados aqui, nos primeiros já me descrevi. Quem quiser mais detalhes visite meu perfil e aproveite para ler outros contos meus e comentar... Este aconteceu faz alguns meses.
Na empresa em que trabalho há, como em todas, uma equipe de seguranças. No começo do ano entrou um cara novo aqui: um senhor de 47 anos, alto, corpo bem feito, másculo, de olhos claros... Na primeira vez que o vi eu fiquei vidrado nele, mas seu jeito sério me inibiu.
 
Os dias foram passando e eu o cumprimentava, descobri que seu nome era Lucas (fictício) e puxava papo. Ele é um homem meio tímido, mas uma vez percebi que estava com um volume perceptível e dei uma encarada. Ele sorriu e voltou para a guarita, aí pensei: "Desse mato sai coelho!..."
 
Mais alguns dias eu recebo uma ligação, para minha surpresa era o Sr. Lucas pedindo uma carona até a cidade vizinha. Eu ia sair mais cedo, mas esperei o horário dele para levar aquele monumento maduro comigo, claro! No carro começamos a conversar e do nada ele me diz:
 
- Ronald, aquele dia lá você estava olhando o que?
- Eu? - respondi - do que você está falando?
- De você olhando meu pau, cara. Eu percebi...
Fiquei vermelho na hora e não sabia o que dizer! Mas ele me tranquilizou:
-Sem problemas, rapaz... Eu também curto... Quer dizer... eu tenho vontade, mas nunca fiz...
A conversa então começou a esquentar! Ambos fizemos várias perguntas um ao outro, ele também é casado, tem filhos... E o melhor de tudo: naquele dia estaria sozinho em casa a tarde toda!!!
 
Sabendo disso, o deixei na porta da casa dele e fui resolver uns problemas meus, mas sem deixar de pensar na ideia de experimentar aquele coroa charmoso. Na volta, liguei para ele, que todo contente disse para passar lá que estava me esperando.
 
Encontrei com ele na rua e subi até sua casa conversando naturalmente, como velhos amigos. L[a dentro a coisa deu uma travada, então percebi que ele estava falando a verdade quando disse que nunca tinha ficado com homem...
 
Eu fui relaxando-o com uma conversa leve, acariciava sua perna e aos poucos fui subindo a mão, até encontrar o pau dele duro sob o jeans. Então dei o lance final:
 
- Cara, nós dois estamos querendo... Tá ficando tarde e vai acabar chegando alguém da sua família aqui e não fizemos nada. - ele sorriu acanhado e eu apertei o pau dele e pedi para ele levantar. Então, abri sua calça e retirei para fora seu cacete, que não é grande, mas achei delicioso... Comecei a passar o rosto e a boca nele e ele tremia. Fui deslizando a mão sob sua camisa e acariciei seus pelos, lisos e bem distribuídos. O corpo do Lucas é um tesão gente! Eu o ajudei a tirar toda a roupa e fiquei admirando aquele coroa na minha frente, tímido como um colegial virgem, mas de pau pulsando... Então ele me confessou a verdade:
 
- Ronald, morro de vontade de dar o rabo... Você quer me comer. - Cara, aquilo me fez virar a chave seletora na hora! rsrs - passei para o modo ativo e o abracei por trás, roçando meu pau, que é maior que o dele, naquela bunda peluda e firme. Ele todo dócil só gemia, eu o virei e fiz ajoelhar na minha frente, colocando meu pau nos lábios dele e disse, sussurrando, mas autoritário:
- Chupa, vai!
 
Lucas abocanhou meu pau meio sem jeito e fui orientando-o, para que não me machucasse com os dentes. Ele logo pegou o jeito, tal sua vocação para passivo!
 
Quando eu já estava com o pau bem babado, perguntei:
 
- Quer que eu te coma agora, Lucas?
 
Ele sem tirar meu pau da boca assentiu com a cabeça, então o coloquei apoiado no sofá, com o rabo empinado, e cuspi no seu rego. Com o dedo, fui preparando aquele rabo virgem. Ele rebolava, mordendo o lábio inferior e com os olhos fechados, retesava o corpo empinando ainda mais a bunda na minha direção.
 
Encostei meu pau e forcei um pouco, a excitação dele era tanta que a cabeça entrou sem muito esforço. Parei, esperando ele acostumar, segurando suas ancas. Ele rebolou um pouco mais, me dando sinal verde para continuar. Cuspi novamente entre meu pau e suas preguinhas e fui enterrando o resto, ele gemia de dor mas pedia para continuar e eu como macho obediente fui até encostar o copo no dele.
 
Eu estava louco, com aquele cuzinho apertando meu pau com suas piscadas, aquele cara macho gemendo e pedindo com aquela voz meio rouca "Me come, Ronald!" - Não demorou muito eu o enchi de porra e travei seu corpo no meu. Bati para ele gozar com meu pau dentro dele e só então o larguei...
 
Depois de nos recompormos, tomamos uma cerveja e fui para casa, todo suado e satisfeito...
 
Escrevi esse conto hoje porque aconteceu outra pequena loucura entre nós! - Eu o mamei até gozar com seu pau na minha boca, dentro da empresa!!! Acho que sou meio louco, mesmo!...

Jogando Vôlei Pelados

Braulio SP
 
O grupo resolveu ir para o sítio de Armando em uma cidade do inteiror.
Havia uma quadra de vôlei ao ar livre bem legal perto da casa e naquele final de semana estariam apenas eles, um grupo de doze amigos.
O dia estava quente e então Armando sugeriu: "Vamos fazer algo diferente? Vamos jogar vôlei sem roupa por causa do calor? Tudo é farra mesmo..."
Um olhou para a cara do outro e todos concordaram, lá estavam doze homens pelados iniciando uma partida de vôlei ao ar livre.
Mas Diego então lançou o desafio: "Ta certo, mas vamos fazer o seguinte, o time que perder vai pagar uma chupeta gostosa pro time vencedor...".
"Fechado!" – todos concordaram.
Dividiram os times, mais ou menos equilibrados em tamanho e em força física.
Era interessante ver as bundas peludas e lisinhas pela frente e ocasionalmente um cuzinho de relance quando algum deles abaixava mais para fazer uma defesa, uma manchete. Também ver os pintos balançando de um lado para outro quando alguém efetuava um ataque, uma cortada ou um bloqueio. Vez por outra alguém ficava de pau duro só para brincar e provocar...
Dois sets contra dois e no tie-break o time do anfitrião Armando venceu a partida.
Todos comemoraram e logo ali mesmo os seis vencedores deitaram-se no gramado ao lado e os seis perdedores começaram a masturbar e chupar os vencedores.
Os paus ficaram todos duros e começaram a gemer de tesão.
O levantador do time vencedor indagou: "Mas eu também quero chupar!"
Armando retrucou: "Deixa pra fazer isso depois, aposta é aposta e agora eles vão fazer a gente gozar..."
Logo eles começaram a gozar, cada um gozava vendo a porra saltar do pau do companheiro, o leite grosso e quente de macho saindo daqueles corpos suados e tesudos.
Diego estava chupando o pau de Armando e quando começou a gozar, ele que também batia punheta enquanto o chupava, gozou junto com ele jorrando sua porra no pau de Armando deixando-o todo melado pelo prazer.
Depois todos foram tomar banho, tomar um lanche e ainda passar aquele restante de tarde e noite trepando e gozando como nunca haviam feito antes.