Na Fazenda com um peão

Era semana de carnaval e eu havia ido três dias antes para a fazenda de meu pai. Ele tinha me deixado lá e voltado para a cidade. Abri a casa, desfiz minha pequena mala e peguei um vídeo pornô gay que havia levado e pus pra rolar. Meu pai tinha me pedido para entregar uma caixa de vacinas para Reynaldo, o peão. Assim que chegamos meu pai lhe disse que tinha trazido a caixa, e Reynaldo disse que assim que terminasse de tirar leite iria lá na casa pegar. Pus o filme no vídeo e comecei a assistir enquanto puxei minha calça e cueca e comecei a bater uma punheta saboreando o filme. Eu tinha levado umas camisinhas, pois adorava me masturbar com elas; eu tinha 17 anos e era completamente virgem em transa com homens. Até então e não tinha usado camisinha de outra forma que não fosse com uma única namorada que com quem eu havia transado na casa dela, quando seus pais estavam viajando. Tinha colocado as camisinhas em cima da mesinha de centro pra que eu as pudesse usar na hora em que gozasse. Após uns 10 minutos de fita, ouvi baterem na porta e já imaginava que seria Reynaldo. Mas de qualquer forma, olhei pela janela antes de abrir a porta, sem que ele me visse. Deixei o filme rodando propositadamente e vesti a calça, mas deixei meu pau pra fora da cueca pra que ele se destacasse, fazendo volume debaixo da minha calça, que era de moletom. Abri a porta e ele disse no seu Português ruim: _ Eu vim buscar as " vacina " que o Dr. Henrique falou. Eu o convidei a entrar e ele disse que lá mesmo estava bom, que ele precisava voltar para acabar de tirar leite. Mas eu insisti que era melhor se ele entrasse pois eu ainda iria procurar a tal caixa de vacinas. O que era mentira, pois eu já havia deixado a caixa em cima da mesa da cozinha. Ele então disse um humilde e tímido " com licença "e entrou. Disse pra ele se sentar e ele obedeceu. Saí rapidamente da sala e me escondi atás da cortina que separa a sala da copa, de onde podia observar sem ser notado, a reação do rapaz. Ele não parava de olhar os quadros na parede, o chão, tudo... Só depois de uns 30 segundos sozinho na sala que resolveu olhar para a televisão. Eu me gelei, esperando pra ver qual seria sua reação, mas estava excitado demais para parar com a brincadeira. Reynaldo olhava pra TV com os olhos arregalados, parecia não saber o que fazer. Ficou imóvel, enquanto na tela um cara loiro e depilado, usando um daqueles anéis em volta do pênis, recebia a rola de um negro delicioso, que o comia com toda força que tinha. Fiquei ali observando, enquanto batia uma escondido. Reynaldo olhava pra cortina vendo se eu já estava chegando e eu me escondia. Repetiu isso umas 4 vezes, até que na última, após olhar pra cortina e ver que eu não estava vindo, passou a mão sobre sua calça, acariciando o pau. Depois de algumas carícias ele até arriscou a enfiar a mão com dificuldade por dentro daquela calça apertada de peão e mexeu um pouco com seu pau. Resolvi que era hora de aparecer por lá e então peguei a caixa de vacinas e abri a cortina. Ele tirou rapidamente a mão de dentro da calça e se levantou. Eu entreguei a caixa a ele normalmente, como se nada tivesse acontecido, ou acontecendo ( afinal o filme estava rolando e os atores agora gritavam como loucos ). Após Reynaldo sair, continuei assistindo o filme até o final, mas segurei pra não gozar enquanto batia punheta, porque queria ir ver o peão novamente, e sem saber o que pretendia, achei melhor não gozar ainda. Ao terminar o filme, fui direto pro curral, onde Reynaldo terminava de tirar leite. Sentei na cerca e fique olhando aquele cara que me matava de tesão. Ele tinha tirado a camisa por causa do calor, e eu fique ali olhando aqueles braços fortes, aqueles mamilos escuros e grossos e aquelas axilas que pareciam desenhadas, composta de cabelos curtos e meio anelados. Eu olhava sem disfarçar, ele me olhava as vezes e eu fazia questão de olhar bem no rumo do pau dele pra que ele tivesse a certeza do que eu estava querendo. Quando acabou de tirar leite, eu saí e fui para o celeiro, ele costumava ir lá depois de tirar o leite, pra pegar um cavalo e ir levar um galão pequeno pra sua avó, que morava junto com ele, numa casinha que ficava há uns 5km da de meu pai. Cheguei no celeiro, e comecei a acariciar o pau do cavalo que ele por costume pegava pra andar. Assim que percebi que Reynaldo estava chegando, comecei a passar a mão por cima da calça, alisando meu pau, enquanto com a outra, batia uma pro cavalo, que já tinha soltado aquele pau todo na minha mão. Ele olhou pra mim e acho que pensou em voltar, mas logo percebeu que eu já o tinha visto e que também ele iria ter que pegar aquele cavalo de qualquer jeito. Então ele se aproximou do cavalo, esperando que eu me afastasse do mesmo pra que ele pudesse colocar o arreio. Mas eu não só não me afastei, como continuei a passar a mão no pau do cavalo, olhando descaradamente para Reynaldo, eu parou e ficou me olhando de braços cruzados. Enquanto eu morrendo de nervosismo e tesão ao mesmo tempo, continuava minha brincadeira. Reynaldo então me perguntou com um tom irônico na voz: _ Você gosta de cavalos? E eu respondi com o mesmo tom: _ Adoro! Ele então perguntou: _ Você gosta disso? Só que dessa vez acariciando seu pau por cima da calça. Eu respondi com a voz trêmula de nervoso e tesão: _ Adoro! Ele então começou a abrir o zíper, mas antes que terminasse eu disse: _ Aqui não, quero ficar mais à vontade. Me segue e depois de uns 5 minutos você entra, com cuidado pra ninguém ver. Entra pela porta de trás, que a da frente fica em frente ao curral. E segui pra minha casa, onde entrei e fui diretamente abrir a porta da cozinha e logo depois, fui pro meu quarto, onde peguei uma camisinha e deixei em cima da cama. Ele chegou logo, acho que nem esperou o tempo que eu havia pedido. Assim que escutei a porta abrir que vi que ele chegou, eu pedi pra que ele trancasse a porta e assim ele o fez. Entrou no quarto, depois de Ter me procurado pelo resto da casa e eu pedi pra que ele trancasse a porta de quarto também. Mas uma vez ele obedeceu e caminhando em minha direção. Eu estava sentado na cama e ele parou em pé, na minha frente, com o pau bem no rumo da minha boca. Eu não sabia o que fazer, por onde começar, estava muito nervoso! Mas como também estava com muito tesão, não hesitei em abrir o zíper da calça dele. Quando abri, pude ver uma cueca velha azul, provavelmente ele a usava pra trabalhar somente. Baixei então a calça dele com dificuldade, uma vez que esta estava muito apertada. Assim que fique de frente pra quele pau já meio duro dentro da cueca, eu passei a mão sobre ele, sentindo-o mexer dentro da cueca velha. Puxei a cueca dele e logo aquele pau que eu havia acariciado sobre a cueca pulou para fora. Fiquei bobo olhando aquele pau, nunca tinha visto um pau ao vivo que não fosse o meu. E agora eu tinha um ali, bem ao alcance de minha boca. E não era um pau qualquer. Reynaldo tinha um pau lindo, devia medir uns 20cm com certeza, com os pentelhos bem enroladinhos, como o peão era moreno, tinha os cabelos bem crespos, e nenhum pêlo do seu corpo fugia a regra. Não parava de admirar aquele pau que tinha a cor mais morena que o restante do corpo daquele mulato, e que tinha a cabeça bem mais escura que o resto do pau. Eu então não me contive e peguei logo aquele pau que era bem quente e fui levando logo a minha boca. Nunca pensei que era tão gostoso assim ter um pau na boca, ele cresceu ainda mais entre meus lábios e ficou completamente duro. Iniciei um movimento de vai e vem e logo depois tirei-o da boca e comecei a lamber de lado, lambi o saco, uma bola, depois outra; e então voltei a abocanhar aquela rola toda. Reynaldo então levantou os braços, deixando à mostra aquelas axilas que me davam tanto tesão, e os cruzou sobre a cabeça dizendo num sussurro: _ Chupa meu pau vai, chupa gostoso seu viadinho. Eu então o fiz sentar na cama e me agachei em frente a ele, tirando aquelas botinas e meias que estavam suadas com o calor. Assim que as tirei, comecei a lamber aqueles pés lindos, enfiando o dedão na minha boca e chupando com vontade. Fiz isso calmamente várias vezes com os dois pés, e depois, acabei de tirar-lhe a cueca, que até então se encontrava baixada na altura de seus joelhos. Como Reynaldo já estava sem camisa, não havia mais nada a tirar, a não ser o chapéu que ele usava e ele estaria completamente nu na minha frente e a minha disposição. Então tirei-lhe o chapéu e voltei a chupar-lhe a benga, logo após tirar a minha roupa toda, pos afinal, precisava bater uma punheta enquanto saboreava aquilo. Reynaldo me ajudou a tirar a minha camiseta e enquanto fazia isso, lambeu meu pescoço, me deixando arrepiado. Quando nós dois já estávamos sem nenhuma peça de roupa, eu o deitei de costas sobre a cama, enquanto seus pés permaneciam no chão e chupei com vontade aquela rola novamente. Após chupá-la bastante, fui subindo a língua sobre sua barriga, lambendo o seu umbigo com carinho e chegando até seus mamilos, que mamei como um louco. Depois o fiz pôr os braços pra cima, e fui com a língua em cheio naquelas axilas. Sentia aqueles pêlos no meu nariz, mordiscava e sentia-lhes presos entre meus dentes. Voltei ao pau e lambi bastante de lado, chupei, e desci ao saco, que lambi pondo as bolas na boca e as cuspindo de volta. Até que desci mais a língua e pedi pra que ele colocasse os pés sobre a cama. Ele o fez sem dizer nada, mas estava com medo de qual seria a reação dele depois de eu fazer o que tinha em mente. Ou ele iria adorar, ou então poderia ficar com medo, se ofender, e ir embora furioso. Mas como eu tinha que arriscar pra saber, depois de ele Ter os pés sobre a cama, ficando quase como na posição frango assado, eu abri a bunda dele e após ver aquele cuzinho tão moreno e apertado, com pouquinho pêlos , também enrolados em volta, fui direto com a língua e a passei de cima pra baixo. Neste momento, até tremi, esperando o que ele iria falar e/ou fazer. E pra minha felicidade, ele abriu ainda mais as pernas e se recostou na cama pra que eu pudesse lambê-lo melhor. Lambi aquele cu com tanta vontade, que Reynaldo começou a bater uma punheta rapidamente. Após já tê-lo lambido o suficiente pra ficar mais excitado que eu já tava, resolvi parar antes que o rapaz gozasse antes de terminar a brincadeira. Me levantei e fiquei de frente pra ele, Reynaldo então se levantou e me fez deitar de bruços na cama, ele passou a mão na minha bunda e a mordeu, quase me deixando marca. Então me virou de frente bruscamente e me Pôs de frango assado. Desta vez foi ele quem lambeu meu rabo. Foi com a língua direto no meu cu e subiu e desceu me enlouquecendo. Eu batia uma gostosa punheta enquanto ele lambia meu cu repetindo com uma voz rouca de tesão - Que cuzinho gostoso! Hum! Apertadinho! "Cê " vai dar esse cuzinho pra mim, vai? É óbvio que a minha resposta era afirmativa e ele de repente pôs o dedo indicativo na minha boca. Eu é claro, chupei com vontade. Ele então começou a passá-lo na porta do meu cu perguntando se eu gostava, e eu respondia sim com uma certeza absoluta. Ele enfiou o dedo todo em mim disse: _ Rebola pra mim vai, rebola esse rabo vai seu putinho. Após eu obedecê-lo, ele enfiou um outro dedo até a metade, o que me causou um certa dor, pois não estava lubrificado. Mas nada que tirasse o meu tesão. Ele então tirou os dedos e pegou seu pau, vindo pro meu lado. Eu o entreguei a camisinha e pedi pra que ele colocasse. Ele disse: _ Pensou em tudo hein? Eu perguntei: _ E se não tivesse? Iria transar sem? Ele respondeu sem jeito: _ Ia sim, é que o senhor parece que nunca trepou com ninguém? Ou já? Pelo menos o cu o senhor nunca deu, é muito apertado. Eu iria brigar com ele dizendo que quem vê cara não vê AIDS e que com isso não se brinca, mas estava muito excitado pra dar-lhe um sermão e além do mais, essa estória de ele me chamar de senhor estava me enlouquecendo ainda mais de tesão. Ele pôs a camisinha e veio segurando o pau na minha direção. Antes de colocar ele disse: - Se doer o senhor fala tá? Eu apenas respondi com a cabeça e abri mais minhas pernas. Ele começou a passar a cabeça do pau no meu cu, me matando de tesão ao sentir aquela camisinha lubrificada roçando meu rabo. De repente, ele começou a forçar, e eu sentia uma pressão cada vez mais forte no meu cu. Ele continuou forçando e disse com voz de quem estava fazendo força: _ Não quer entrar, tá muito apertado. Por um momento eu comecei a pensar que tudo estaria acabado, que meu sonho não passaria dali, mas ele continuou a forçar e de repente, senti uma grande dor no rabo e olhei pra cara dele que me disse com um sorriso sem vergonha: - Entrou! Ele então se debruçou sobre mim e me perguntou com a boca perto da minha, pude sentir o seu hálito: - Tá doendo? O senhor quer que eu pare? Naquele momento, eu pensei que ele fosse me beijar, mas ele era um cara " macho " demais pra isso. Pensei em pedir, mas logo desisti, pois vi que seria inútil e ele poderia se ofender. E pior, poderia parar com aquela transa. Ele perguntou novamente? _ O senhor quer que tire? Eu havia me assustado com a dor na hora que entrou, mas agora parecia ter me acostumado. Além do que eu não queria parar com aquilo de forma alguma. Então respondi que sim e ele começou a forçar novamente. Reynaldo foi enfiando o pau em mim bem devagar, mas sem parar um momento sequer, o que me dava muito tesão e me causava uma dor cada vez maior cada vez que seu pau avançava dentro do meu cu. Quando seu pau estava metade no meio do meu cu e metade pra fora, ele parou e olhou nos meus olhos. Desta vez não me perguntou se eu queria que parasse ou não, de uma só vez, meteu tudo, até eu sentir seus pentelhos crespos encostarem na minha bunda. Soltei um grito e ele então perguntou se eu queria parar. Tinha sentido dor, mas agora que o pau já tava todo dentro do meu rabo, não queria parar, mesmo porque estava quase gozando, porque não tinha parado de bater punheta nem um momento. Além do mais, estava já me acostumando com a dor, que agora já era menor, com o pau já alojando dentro do meu rabo. Respondi então que não, que não queria parar e ele foi em frente. Reynaldo começou a bombar o pau dentro do meu cu com força, sempre gemendo e dizendo: - Ai que cu gostoso, qu cu apertadinho! Tá gostoso? Você gosta de uma rola no rabo né seu putinho? Tá doendo? E antes de eu responder (apesar de que eu não iria dizer que sim, pois a dor que eu sentia era muito pequena, menor ainda se comparada ao tesão que tomava conta de mim naquele momento), ele dizia: _ Você vai ter que agüentar! Não é rola que você queria? É rola que você vai Ter! Você não gosta de pau? Não tava alisando o pau do cavalo? Não quis me dar? Então vai ter pau, se é pau que você gosta! Tá gostando? E eu só afirmava com a cabeça, nem voz eu tinha mais de tanto tesão. Mas ele continuava falando: _ Se você queria um cavalo é porque gosta mesmo de rola! Já viu o tamanho do pau de um cavalo? Mas eu vou te dar rola, se é isso que você quer. Vou te foder tanto que você não vai nem conseguir andar depois. Tá gostando? Tá gostando da minha rola, tá? Fala pra mim. Você gosta né? É um viadinho, adora tomar no cu, não gosta? _ Sem agüentar de tesão eu falei bem alto: Sim, gosto, adoro. Ele então tirou depressa o pau do meu cu , tirou a camisinha e começou a se punhetar. Eu, que estava me punhetando desde o começo, acelerei na punheta pra que a gente pudesse gozar junto. Mas ele logo anunciou em voz trêmula: _ Vou gozar! E se virou pra que a porra não pegasse em mim. Mas pra surpresa dele e até pra minha, eu corri logo e pus o pau dele todo dentro da minha boca, e comecei a chupar. Após dois movimentos de vai e vem ele esporrou dentro da minha boca, enquanto gritava: _ Ai, que tesão! Ai seu putinho gostoso! Ai, chupa meu pau, chupa vai seu viadinho! Ai, ai, ai.... Eu engoli a porra dele toda e ainda me pus a limpar o pau dele sem deixar nenhum vestígio daquela baba que fica após gozar. Depois do pau dele limpinho, eu continuei a minha punheta que já estava por terminar e só então ele se deu conta de que eu ainda não havia gozado. Como o pau dele não oferecia ainda condições pra me comer de novo, ele se ajoelhou e começou a lamber meu cu. Quando chegou a minha vez de anunciar: _ Eu vou gozar! Ele enfiou o dedo indicador todo no meu rabo, enquanto continuava o lambendo. Depois de umas quatro vezes que ele foi e voltou com o dedo dentro do meu cuzinho, o lambendo por fora e dizendo: - Rebola vai, rebola esse cuzinho gostoso! Eu gozei como um louco, gemi e me contorci na cama, voou porra pra todo lado, foi até um pouquinho em cima do cabelo crespo dele sem que ele percebesse. Ele então vestiu a roupa e saiu, colocando o chapéu sobre o cabelo melado com a minha porra. Eu fiquei ali plantado, pelado, com as pernas abertas, todo melado de porra e com o cu arreganhado, vendo Reynaldo sair sem dizer uma palavra. Meus pais, meus irmãos, meus tios e primos chegaram 3 dias depois, e ele não foi lá na casa como era de costume, quando passava na porta, cumprimentava a todos timidamente, fingindo que nada tivesse acontecido. Quando fomos embora ele se despediu de todos da mesma forma, inclusive de mim, apenas com um simples aperto de mão. Três meses depois, meu pai disse na cidade, na nossa casa, na hora do almoço que ele havia saído, que tinha ido colher café. Esta foi a estória da minha primeira vez com um homem. Caso você leitor se interesse por ela e pelo que descrevi aqui gostar de fazer, me escreva. Mesmo que você não seja peão, nós podemos nos divertir muito.
heoput@yahoo.com

Ajudante de pedreiro

rafatilden@hotmail.com

Sou do interior de Minas Gerais, da cidade de Águas Formosas. Tenho 30 anos, sou casado e tenho um filho. Sempre lutei contra esse meu desejo, mas sempre em vão.

Tenho um "amigo", também casado e, muito raramente, ficamos. Ele é tudo de bom, mas vamos ao que interessa. Há uns seis meses atrás, estive fazendo uma pequena reforma em casa. O ajudante do pedreiro chegou, um cara novo, com
uns 23 anos, meio que maltrapilho, tênis velho, blusa velha, boné encardido, bermuda jeans rasgada e remendada, mas com um belo volume. Na hora em que o vi, me deu vontade de estar com ele. Passei a manhã inteira sendo gentil,
mas nada. Então ele entrou no assunto sexo e me disse que, quando morou fora, comeu um coroa por dinheiro (não curto sexo pago e nem tenho grana). Eu logo disse que tudo bem, que o importante era sentir prazer.

Fiquei super animado. Quase na hora do almoço, o pedreiro ainda estava na frente da casa. Eu começo a conversar bobeiras com o ajudante nos fundos quando, do nada, não aguentando de tesão, toco de leve em sua perna.

Minhas pernas começaram a tremer e parei. Pensei, "tem que ser hoje e agora". Passei a mão naquele cacete, e que cacete. Grosso, grande. Pirei. Ele não se importou e ficamos ligados no pedreiro enquanto massageava aquele monumento
por cima da bermuda.

Combinamos que ele não iria almoçar, mas o miserável do pedreiro era vizinho do ajudante e não tinha como eles não irem juntos e voltarem juntos. Nisso, meu tesão estava à flor da pele. Corri ao supermercado e comprei camisinha,
pois sabia que iria acontecer.

Chegam os dois. Quando ele fez a massa e abasteceu o pedreiro, logo deu sinal para dizer que queria usar o banheiro. Eu disse que tudo bem. Foi aí que o encaminhei, segurando pelo seu pau lindo, branquinho e com aquele cheiro
de macho trabalhador.

Não perdi tempo. Tínhamos que ser rápidos. Vesti uma camisinha nele que, por sinal, quase não cabia. Arriei minha bermunda, passei condicionador e mandei ver. Não estava agüentando quando entrou aquela cabeçona.

Comecei a bater uma punheta e meu rabo foi abrindo. Aí entrou até o talo, em uma mistura de dor e prazer. Ele me segurava pela cintura e socava de acordo, me fazendo sentir uma puta, uma verdadeira cadela no cio.

Senti seu pau inchar, e meu rabo começar a morder aquele pauzão, pois estávamos gozando ao mesmo tempo. Fiquei com o rabo ardendo o resto do dia. Pena que foi só um dia de serviço. Não vejo a hora de ter que fazer algum reparo
em casa. Se estiver a fim de estar com outro macho (não curto afeminados), poderemos ser bons "amigos" também. Meu pau tá aqui babando de tesão. Entre logo em contato.

Meu amigo hetero

Olá esse é meu primeiro conto e espero que vocês gostem, esse conto é 100% verdadeiro, e essa historia me aconteceu em julho do ano passado. Bom eu tinha um amigo que ele era igual ao um irmão, eu ficava pelado na frente dele, tomava banho com ele, trocavamos carinhos.e etc. OBS: eramos 100% heteros. Confeso que algumans vezes senti atração por ele,pois ele sempre foi lindo: branquinho, cabelos castanhos claros cortados estilo Justin, com o o corpo normal e uma barrriguinha super sequinha. mais eu nunca falei nada pra ele porque eu axava que nunca iria ter chances pois eu axa que ele era hetero , mais certo dia eu conversei com ele sobre a homosexualidade, ele ate palpitou dizendo que não tinha nada contra o homosexualismo, e tambem falamos em sexo homosexual e tbm heterosexual enquanto agente estavamos conversando, Os pais dele nus avisou que iria ao supermercado e falou que era pra agente ficar em casa logo depois que os pais dele sairam, formos tomar banho quando chagamos ao banheiro ele estava de bermuda, ai eu perguntei si ele iria tomar banho de bermuda, ele falou que sim, Eu axei essa atitude dele muita estranha pois eu sou amigo dele ha 5 anos e ele nunca fez isso, mesmo assim tomei banho pelado, enquanto tomavamos banho percebi que ele não parava de me olhar, e essas olhadas dele sempre viam com uma risadinha safada logo depois da olhada, e essa atitude dele estava me fazendo ficar excitado, e sair do banho mais rapido do que o de costume. Axo que ele percebeu que eu tava me excitando kkkkk ( confeço que até tenho um corpo bonito, sou alto, cabelos lisos e castanhos, bunda grande, pernas grossas, costas largas..e etc) depois do banho enquanto colocava-mos uma cueca para ir assistir o filme, perguntei porque ele me olhava tanto, ele me falou que num era nada, formos assistir filme, deitamos na cama dele para assistir ( atividade paranormal ) quando eu fui fazer carinho mexendo no cabelo dele, ele recusou e pediu para que eu ficasse quieto, eu axei isso muito estranho mais fiquei quieto e calado, depois ele se sentou na cama ai eu botei minha cabeça no colo dele, assim que eu botei a cabeça no colo dele percebi que tinha algo estranho seu pau estava quase ereto. Dai brinquei com ele e falei : seu viadinho você ta de pau duro por mim né?. ele falou: larga de ser tosco mano. Dai ele começou a mexer em seu pau e falou : se eu tiver afim mesmo, qual o problema? eu falei: não tem problema nenhum porque eu tambem tou afim de vc, ( dei uma risada mega safada) Dai agente fez o acordo de nunca falar nada pra ninguem, logo depois ele se jogou em cima de mim me dando um beijo, depois formos tirando a roupa, ele começou a chupar meu pau ( que ja estava duro) de uma forma que me fazia se contorcer de tanto prazer, depois de uns 15 menutos ele falou que queria me comer, e falou que sempre foi loco pela minha bunda, eu falei que não dava pois doia muito, poais ele insistiu muito e prometeu que não ia doer nada, eu fiquei com medo pois ele tinha 18 cm, ele começou enfiando o dedo e tava tendo muita dificuldade pra entrar dai ele teve a ideia de usar shapoo foi ai que ele conseguiu enfiar os dedos, dai foi enfiando 1 depos 2 depois 3 depois 4 até que ele foi enfiando o pau de devagar, no começo foi deficel e doía, mais depois que entou a cabeça as coisas ficaram faceis, ele começou a fazer movimentos de vai-e-vem estava uma delicia até que ele gozou, dai eu falei que era minha vez de enfiar o pau nele, eu lubirfiquei seu cuzinho e meu pau e dedos com o shapoo dai fui alargando com os dedos, depois enfiei o pau e ele gemeu e falou que tava doendo muito, eu falei que era normal porque o meu também tinha duido, depois eu fui fazendo movimentos de vai-e-vem e fui almentando a velocidade na hora que eu estava prestes a gozar eu tirei o pau de seu cú e botei na sua boca e gozei na boca dele, ele enguliu o maximo que pode, depois eu beijei ele ainda com a boca toma melada de porra, depois formos tomar outro banho onde ficamos apenas nos beijos, depois formos assistir o filme onde passamos a tarde toda se beijando, e depois começamos a namorar e até hoje eu ainda namoro com ele, mais nossa amizade é proibida pela nossa familia, pois minha mãe nus pegou se beijando, mais nus encontramos escondidos na casa de uma amiga, quase todos os dias nus vemos.

Autor: Daniel

http://www.contosgay.com/index.php?option=com_content&view=article&id=61%3Ameu-amigo-hetero&catid=1%3Agay&Itemid=1

A foda de ontem foi foda!

Antes de começar deixe-me apresentar, sou engenheiro civil, macho casado, moro atualmente em São Paulo, curto trepar

tanto com mulheres e com machos também, no caso de machos sempre fui e continuo fissurado em trepar com nordestinos

principalmente se eles forem baixinhos e atarracados, e meu emprego é justamente aquele que une o útil ao agradável.
Conheci esse cabra numa das varias obras que vou visitar a trabalho e o jeitão de macho dele e o puta corpão que o

safado tem é que me fizeram ficar com muito tesão em trepar com ele. Fui varias vezes a essa obra e observei que ele

é do tipo acanhado e isso estimulou ainda mais o meu tesão. Nesta segunda resolvi jogar o tudo ou nada e acabei

chegando nele e o convidando para tomar umas cervas após o expediente, claro que ele intendeu o que eu estava

querendo com ele e aceitou mesmo desconfiado, acabei marcando e indo ao encontro dele, mas vamos ao relato:
Peguei o peão às 18h10, o puto estava vestido com roupa de peão mesmo, achei que nem banho o puto tinha tomado. Isso

me deu um tesão do caralho, no carro mesmo dirigindo já fui passando a mãos nas putas coxas que o safado tem. Ele é

todo bicho do mato, ficava quietinho e minha mão foi avançando até chegar à piroca dele, que estava molinha molinha.

Mesmo dando uns apertos e pegando na rola ela continuou sem dar o ar da graça. Peguei na mão dele e coloquei bem em

cima da minha rola, que diferente da dele já estava quase furando a cueca. Ele dava umas apertadas de leve, segurei

na mão dele e o fiz apertar.
Quando chegamos ao motel, a recepcionista deu uma olhada e fez uma cara como se dissesse: esse viado anda pegando

peões de obra...rsrs. Ela que se foda, nem estou aí, em quanto ela trabalhava eu estou lá fodendo gostoso.
Chegamos ao apartamento e já fui juntando o gostoso. Sou bem maior do que ele e pra abraçar o puto eu tinha que me

abaixar, acho que ele deve ter no máximo 1,72m. Arranquei a camiseta dele, e vi um peito e costas bem lisinhos, sem

pelos. Beijei o puto, mas percebi que ele não estava acostumado a beijar macho. Insisti, meti o linguão na boca dele

e ai senti que o safado gostou e começou a beijar como macho. Logo ele entrou no jogo e estava enfiando o linguão na

minha boca. Em quanto isso eu apertava o macho de encontro a mim, enlacei a cintura dele e apertava mesmo. De vez em

quando levava a mão na piroca dele, que continuava murchinha.
Levei o puto até a cama, sem me desprender dele, o fiz sentar, tirei o tênis dele, estava sem meias, puta cheirão de

chulé de macho...rs. Abri o botão da bermuda e o zíper, tentei tirar, mas o puto em umas putas coxas e um bundão,

ele meio que se ergueu e eu puxei com tudo. O safado estava sem cueca, vi um pau molinho, tamanho médio, todo

circundado por uma pentelhama preta. Joguei a bermuda longe, abri as pernonas do puto, fiquei de joelho e me

encaixei entre elas, levei o rosto bem perto do pacote e cheirei, puta cheirão de macho, uma mistura de saco, pinto,

mijo e porra, passei a língua na cabeça do pau adormecido e senti um gosto salgado, segurei na piroquinha e só

coloquei a cabeça na boca, gosto de pica mal lavada. Chupei com força e engoli-a toda, ele gemeu de forma até que

bem moderada. Comecei a chupar e pagar um boquete praquele safado. Ele deitou o corpo na cama, e eu coloquei uma mão

bem em cima da pentelhama e a outra segurei com certa pressão no saco, senti que a pica dava sinais de vida.

Caprichei ainda mais, passava a língua em círculos em volta da cabeça e o que era uma piroquinha molenga, começou a

ficar dura e se transformou numa rola de uns 18cm e bem grossa. Aí sim bateu o tesão. O puto nessas alturas gemia

gostoso. Estiquei-me e comecei a passar a língua bem de leve nos mamilos do peão, que por sinal tem um par de peitos

bem formados, senti que o corpo dele estremecia.
Uma breve descrição do putinho. Raimundo, nascido na Paraíba, mora em Sampa há dois anos, sempre trabalhou como

ajudante em construções civil, 25 anos, solteiro, 1,72, 78kg, moreno quase mulato, puta corpão gostoso, todo bem

formado, braços fortes com bíceps e tríceps bem desenvolvidos, um peito bem formado - com um par de peitos bem

desenvolvidos e durinhos, com dois mamilos que quando chupados ou mordidos ficam durinhos; costas bem desenhadas,

uma leve barriguinha que o deixa ainda mais tesudo, par de coxas super grandes e musculosas, dos joelhos para baixo

é o local onde ele tem mais pelos e mesmo assim bem ralos, uma bunda lisinha, dura, musculosa e grande, pau de 18

bem grosso e super duro - mais escuro que o tom de pele do restante do corpo, saco arredondado e pequeno hiper

pentelhudo, o pau é todo circundado por uma verdadeira floresta de pentelhos pretos e até que macios, o cuzinho é

todo pregueado, roxo e com alguns pentelhos, uma voz com forte sotaque, fala baixo e se expressa mal, rosto liso sem

barba, nariz bem feito, cabelos pretos cortados rente a cabeça, olhos castanhos grande e vivos, boca bem desenhada

com lábios carnudos, no geral é o tipo de macho que desperta tesão em outro que curta a brincadeira.
Voltando ao relato, mamei muito naqueles mamilos, desci pra barriga macia, enfiei a língua no umbigo e fui descendo,

cheguei à pentelhama sedosa, cheguei novamente na pica, que continuava dura, agora encostada no púbis dele. Peguei

na mão e fui engolindo, quando encostei meus lábios na base ele deu uma gemida e soltou um: caralho! Entendi isso

como a expressão de muito tesão. Forcei e virei o peão de costas, vi aquele bundão delicioso, separei as bandas e vi

o cuzinho roxo dele todo pregueado, mas antes de cair de boca resolvi convidar o safado pra irmos tomar banho

juntos. Tirei a roupa e vi que ele, meio que disfarçadamente, olhava meu pau super duro, acho que ele achou

grande...rs. Fomos pro banheiro e novos apertos pelo corpo todo, beijos, mão no pau e mão na bunda, mas senti que só

eu é que explorava o corpo dele, ele continuava meio bicho do mato. Perguntei a ele se estava gostando e ele

respondeu apenas: tá bom. Peguei na mão dele e levei até meu pau, ele segurou com firmeza, mas não fazia nada,

peguei na mão dele e estimulei pra que ele fizesse movimentos de punheta, parece que entendeu. Peguei o sabonete e

dei banho no safado dos pés a cabeça, dando maior atenção naquela bunda que eu queria me fartar. Depois entreguei o

sabonete a ele e disse: agora é a tua vez, mas senti que ele não me dava banho com aquela vontade que eu dei nele,

mas depois é que entendi tudo. Enxugamo-nos e fomos de volta pra cama, me deitei e disse: vai lá rapaz, agora é tua

vez de me dar prazer, ele veio pra cima de mim e ficou beijando, peguei na cabeça dele e levei em direção ao meu

mamilo, senti que ele chupava, falei: passa a língua bem suave, depois chupa e coloca o bico entre os dentes e

aperta sem morder. Ele fez e foi muito bom. Fui empurrando a cabeça dele até chegar ao meu pau, ele ia beijando e

quando chegou no meu pau desviou e foi descendo, beijou o meu saco e foi em direção das minhas coxas, puxei-o de

volta ao meu pau, ele deu uma leve passada de língua na cabeça e ficou beijando, ergui um pouco a cabeça dele e bati

com a rola na cara e boca dele, depois falei coloca a língua pra fora, ele colocou e dei umas batidas com a minha

rola super dura no linguão dele, enfiei minha rola na boca dele, vi que ele não sabia chupar direito e perguntei:

chupa, cara, nunca chupou um cacete? Ele segurou no meu pau, tirou da boca e falou: numa chupei, não. Achei gozado e

ao mesmo tempo cai na real e ai comecei a perguntar e descobri que era a primeira vez do tesudinho. Meu tesão

aumentou ainda mais em saber que aquele peão nunca havia trepado com outro macho. Ai comecei a ensinar ao meu

discípulo algumas artimanhas na arte de dar prazer a outro macho. Comecei ensinado como se deve chupar uma pica,

como engolir, passar a língua, fazer ventosa com a boca, esconder os dentes. O peão aprende rápido e logo já estava

me pagando um puta boquetão e olha que a minha rola é grande e grossa e ele quase conseguia engolir tuda. Ergui um

pouco as pernas e ele entendeu, me deu um super trato no sacão. Gostou tanto que não queria mais soltar do meu pau e

saco. Já que eu estava de professor resolvi que era melhor ensinar mais ao peão aprendiz, fiquei de quatro na cama,

abri bem as pernas, abaixei o tronco e empinei a bunda e disse: agora dá um trato gostoso no meu cu! Ele ficou de

quatro e eu fui falando o que tinha de fazer, só sei que o puto começou a passar a língua bem de leve em volta do

meu anel, o que me deixou louco e com um tesão fodido. Depois começou a enfiar a ponta da língua direto no meu cu,

caralho fiquei doido. Olhei pra trás e o puto estava dando um trato no meu rabo e batendo punheta no pau, não

aguentei e falei: vai seu porra soca essa rola inteira dentro do meu cu! Ele já taradinho já quis meter, não deixei

e levantando fui pegar camisinha, joguei na cama pra ele e disse: encapa essa porra e soca firme! Voltei a ficar de

quatro na frente dele, senti-o encostando a cabeça da rola, me segurou e forçou, ia entrar, mas não ia ser legal

levar rola a seco. Pedi que ele cuspisse na rola e no meu cu. O peão fez direitinho, encostou novamente, me segurou

e me puxou de encontro à pica dele, quase dei um berro, entro mais da metade, deu um tempo e me puxou de novo, senti

uma dor do caralho, mas a trolha estava inteira dentro do meu rabo. Senti aquela pentelhama fazendo cociquinha na

minha bunda. O puto nem quis perder tempo e começou a foder, lento, mas metia até o talo e quase tirava inteira, a

dor foi embora e comecei a gostar de sentir aquele cacetão grosso fodendo o meu cu, pedi: vai puto, mete com força,

soca tudo, bate nessa bunda! Ele deu um tapa bem de leve e eu disse: vai peão bate pra valer! O sacana me deu dois

tapas em cada nádega daqueles de estalar e foi socando com mais vontade, firme, fundo e foi acelerando, estava muito

bom. Até que eu quis mudar, sai do pau dele e pedi para ele se deitar, ele ficou de boa, me acocorei em cima dele,

dei uma cuspida na pica, espalhei por todo cacetão e fui sentando e a rola trombuda dele foi entrando, deixei entrar

até o talo, até sentir a pentelhama encostando no meu cu, ajeitei o corpo e as pernas e comecei na cavalgada no

peão, fodi mesmo pra valer e com vontade aquela rola com o meu cu. As vezes me abaixava e beijava aquele baixinho e

perguntava, tá gostando? Ele respondia: estou. Cansei de cavalgar naquele safado, sai de cima e disse: tua vez

agora! Ele me olhou com cara de quem está com medo. Falei para acalmá-lo: vou dar um trato no teu cu, depois vou

meter, mas vou bem devagar e com calma, você já deu o cu? Ele respondeu, mostrando cara de receio: nunca dei!

Respondi: então, vai dar hoje! Fiz com que ele ficasse de quatro e me abaixei e cai de boca naquele cuzinho virgem e

roxinho. Quando encostei a boca, senti que ele estremeceu o corpo, meti a língua bem no centro do anel e novos

estremecimentos do corpo, perguntei: tá gostando! Ele respondeu: tô! Procurei esquecer um pouco das preocupações

dele e caprichei nas liguadas naquele cu, ele estremecia o corpo. Comecei a bater bem de ele com dois dedos bem no

cuzinho dele, surra de dedo, percebi que ele gostou, lambuzei bem de cuspe o furico dele e fui com muita calma

enfiando um dedo, senti que ele travava o cu, falei: libera, se não dói, não contrai o cu, se solta. Ele foi

liberando e dedo foi entrando gostoso, fiquei naquela brincadeira de roçar o dedo dentro do cu dele até que ele se

acostumasse, quando percebi que ele estava até curtindo aquilo, encapei a minha rola, cuspi nela e encostei ao anel

dele, percebi que ele tentou sair fora, tranquilizei-o: não vou meter, só vou brincar. Fiquei sarrando o rego

lisinho dele e colocava a cabeça da rola bem no centro do furico dele e dava leves forçadas, acho que ele ficou com

tesão, numa dessa senti que se eu quisesse poderia meter, cuspi mais na rola e espalhei, posicionei a cabeça na

entrada do cu e dei uma forçada de leve, aí segurei o peão pela cintura e forcei com gosto, a cabeça entrou

rasgando, ele tentou escapar e eu segurei com mais força e ele dizia: tá doendo, tira! Falei, dói só até acostumar,

aguenta um pouco, ele ficou quietinho e aproveitei e forcei, entrou a cabeça inteira e mais um pedaço e como ele se

debatia, numa dessa com a minha forçada entrou quase a metade da minha rola, ele deu um grito meio abafado, tirei a

rola, fiz um carinho nas costas dele e disse: relaxa se não vai sentir muita dor, libera esse cuzinho gostoso pra

mim! Encaixei novamente dei uma cuspida e fui metendo bem devagar, parava, dava um tempo e metia mais um pedaço, ele

sempre gemendo e pedindo para eu tirar, fui com muita paciência, até que senti que tinha conseguido colocar a minha

trolha inteira dentro daquele cu ex-virgem. Fiquei parado, até que ele se acalmou, e ai comecei no vaivém, sem

pressa e lento, mas não metia mais até o talo, ficava com um pouco mais da metade da rola dentro, não quis judiar

muito do rapaz. Fui acelerando e ele sempre reclamando, até que a rola escapou de dentro e quando fui colocar ele

também escapou de mim, se deitou, me deitei por cima dele e ele falou que não queria mais dar, que doía muito e que

não estava mais a fim, não quis insistir, falei que só ia sarrar a buda dele. Sarrar ele deixou, a principio ficou

todo teso, mas depois soltou o corpo. Fiquei nessa de só sarrar por bastante tempo, até que cansei e enjoei também.

Levantei fui mijar e quando voltei ao quarto ele estava deitado de barriga pra cima, brincando com o pau e de pica

durona. Deitei fui pra beirada da cama, ergui as pernas e falei, vai lá peão, fica em pé e mete essa rola no meu cu,

já que não quer mais dar pra mim, vem cá e fode o cu de um macho! Ele bem esperto levantou-se, encapou o pau, ficou

em pé ao lado da cama, me ajeitei melhor, coloquei as pernas no ombro dele, fiquei com o rabo na altura da pica e

falei, vai puto, soca rola! Ele encaixou, e foi certeiro, enfincou a rola no meu rabo e senti que entrou tudo, ele

meio que se deitou sobre mim, e fodeu gostoso, do jeito que um macho deve foder o outro. Socou, socou e socou, até

que disse que ia gozar, falei isso soca dentro do meu cu, deixa eu sentir essa rola gozando dentro do meu rabo, goza

gostoso seu puto! Ele acelerou, senti o caralho dele engrossar ainda mais e aquelas jatadas dentro da camisinha.

Gozou gosto, e ficou parado, comecei numa punheta nervosa, ele foi tirar a rola de dentro do meu cu e eu pedi que

ele não tirasse, forcei ainda mais na punheta, ele dava umas mexidas e a gozada ameaçava de vir, pedi pra ele

continuar socando no meu cu, já que sentia que a pica dele continuava duraça, ele ficou socando e eu me punhetando,

até que a gozada veio com tudo, o primeiro jato veio acima do meu peito, depois mais uns dois e por fim aquela chuva

de pingos, gozei gostoso, quando não tinha mais nada pra sair, fui tirando a bunda da rola dele. Estávamos mortos de

cansados, nos deitamos e ficamos quietos por um longo tempo. Ele se levantou e vi que o pau dele ainda estava

encapado, entrou no banheiro e ouvi o barulho do chuveiro. Quando voltou eu fui tomar uma ducha. Trocamos-nos e

saímos do motel. O peão é de poucas palavras, mas pelo pouco que consegui arrancar dele, curtiu, quer repetir, mas

disse que não tinha gostado de dar o cu. Sou safado, e mesmo ele não gostando vou continuar tentando foder aquele cu

como deve ser fodido.